top of page
Giorgio Renan
É muito triste colocar mais uma foto e história neste álbum, pois este ato demonstra que a violência, a impunidade e a injustiça estão ai escancaradas, correndo solto, apesar de toda a nossa luta!
O abrandamento das leis, os indultos, o nosso Código Penal super ultrapassado, as brechas na Lei Penal e a benevolência para com indivíduos extremamente cruéis estão matando nossos entes queridos, dia após dia!
Hediondo e injusto é ver pais enterrando seus filhos, crianças ficando órfãs e jovens tendo suas trajetórias brutalmente interrompidas.

Abner Elias Taborda
Abner Elias Taborda e Fernando Iskierski
Abner e Fernando, ambos com 19 anos, foram assassinados no dia 2 de dezembro, após a saída de uma casa noturna situada na Av. Comendador Franco (Av. das Torres) em Curitiba.
Segundo as testemunhas houve um breve desentendimento no estacionamento da casa noturna, entre os três jovens que estavam com o Gol Branco (no caso Abner, Fernando e Nei que saiu gravemente ferido, mas sobreviveu) e o motorista de um Punto Vermelho. Os três rapazes foram embora, mas foram perseguidos pelo Punto vermelho, que ao emparelhar com o carro das vítimas, no Viaduto do Tomate, disparou mais de 15 tiros com uma arma calibre 9 mm (arma de uso exclusivo das Forças Armadas e da Polícia Federal), causando a morte instantânea de Abner e Fernando (com tiros no pescoço e cabeça nos dois jovens) e o terceiro amigo, Nei da Silva Pinheiro de 19 anos sofreu ferimentos graves nos braços e tórax foi socorrido e levado ao Hospital Cajuru. O Gol Branco das vítimas foi literalmente "metralhado". Após o atentado, o Punto Vermelho fugiu em direção a São José dos Pinhais.
O caso esta sendo investigado pela Delegacia de Homicídios (DH). A delegada Vanessa Alice, na éopoca titular da mesma, afirmou que vítimas e os autores tiveram “um rápido desentendimento” na casa noturna. “As pessoas envolvidas neste caso não se conheciam anteriormente. Elas vieram a se conhecer neste estabelecimento, no desentendimento”, disse a delegada.
Abner e Fernando eram amigos a muito tempo e com uma educação familiar e religiosa exemplar, tiveram suas expectativas de futuro ceifadas de forma brutal e injustificada, porque "nada justifica o que aconteceu a estes dois jovens!".
Eles eram militares e o capitão do exército Luiz Carlos Almeida Jr., comandante de uma bateria do 5º GACAP, onde os soldados estavam lotados, comentou "que os rapazes além de terem boa conduta, eram conhecidos por serem bons atletas”.
A investigação sobre o crime esta parada, mesmo a delagacia de homicídios tendo trocado de delegado, quando os famíliares vão a delegacia pedindo informações o delegado atual nada sabe. E continua a impunidade!
Abner e Fernando, ambos com 19 anos, foram assassinados no dia 2 de dezembro, após a saída de uma casa noturna situada na Av. Comendador Franco (Av. das Torres) em Curitiba.
Segundo as testemunhas houve um breve desentendimento no estacionamento da casa noturna, entre os três jovens que estavam com o Gol Branco (no caso Abner, Fernando e Nei que saiu gravemente ferido, mas sobreviveu) e o motorista de um Punto Vermelho. Os três rapazes foram embora, mas foram perseguidos pelo Punto vermelho, que ao emparelhar com o carro das vítimas, no Viaduto do Tomate, disparou mais de 15 tiros com uma arma calibre 9 mm (arma de uso exclusivo das Forças Armadas e da Polícia Federal), causando a morte instantânea de Abner e Fernando (com tiros no pescoço e cabeça nos dois jovens) e o terceiro amigo, Nei da Silva Pinheiro de 19 anos sofreu ferimentos graves nos braços e tórax foi socorrido e levado ao Hospital Cajuru. O Gol Branco das vítimas foi literalmente "metralhado". Após o atentado, o Punto Vermelho fugiu em direção a São José dos Pinhais.
O caso esta sendo investigado pela Delegacia de Homicídios (DH). A delegada Vanessa Alice, na éopoca titular da mesma, afirmou que vítimas e os autores tiveram “um rápido desentendimento” na casa noturna. “As pessoas envolvidas neste caso não se conheciam anteriormente. Elas vieram a se conhecer neste estabelecimento, no desentendimento”, disse a delegada.
Abner e Fernando eram amigos a muito tempo e com uma educação familiar e religiosa exemplar, tiveram suas expectativas de futuro ceifadas de forma brutal e injustificada, porque "nada justifica o que aconteceu a estes dois jovens!".
Eles eram militares e o capitão do exército Luiz Carlos Almeida Jr., comandante de uma bateria do 5º GACAP, onde os soldados estavam lotados, comentou "que os rapazes além de terem boa conduta, eram conhecidos por serem bons atletas”.
A investigação sobre o crime esta parada, mesmo a delagacia de homicídios tendo trocado de delegado, quando os famíliares vão a delegacia pedindo informações o delegado atual nada sabe. E continua a impunidade!

Adalton Marques de Azevedo
Adalton nasceu em 17/09/85 e foi assassinado em 26/11/17. Ele tinha 32 anos, era divorciado e tinha uma filhinha, que na época tinha 5 anos. Ele trabalhava com logística durante o dia, a noite e fins de semana na hamburgueria da família. Rapaz responsável, companheiro e melhor amigo de seu pai.
O crime aconteceu no dia 26 de novembro, no campo de futebol do Sete de Setembro, no IAPI, Zona Norte de Osasco. Adalton acabara de apitar um jogo de futebol quando, dois homens bem vestidos desceram de um carro e foram em direção a ele. Um deles, após afirmar “é você mesmo”, efetuou o primeiro disparo, atingindo o rapaz no abdome. Nesse momento, o pai da vítima, que estava junto ao filho, entrou na frente dele para tentar protege-lo, mas foi ameaçado com um revólver apontado contra sua cabeça e também ameaçado pelo segundo suspeito, que ainda disse: “se afasta que o negócio não é com você”. Na sequência, deu dois tiros na cabeça do rapaz, que morreu no campo.
Ainda segundo testemunhas, a única reação da vítima, ao ser ameaçada, foi levantar os braços e perguntar “o que eu fiz?”.
A polícia prendeu um dos atiradores, o outro se encontra foragido.
https://videos.bol.uol.com.br/video/rapaz-e-assassinado-na-frente-do-pai-em-campo-de-varzea-04024C18376AD8B16326
https://videos.band.uol.com.br/16665701/rapaz-e-assassinado-na-frente-do-pai-em-campo-de-varzea.html
Em homenagem a memória do filho, seu pai criou um projeto social, o Proama - Projeto Adalton Marques de Azevedo.
O crime aconteceu no dia 26 de novembro, no campo de futebol do Sete de Setembro, no IAPI, Zona Norte de Osasco. Adalton acabara de apitar um jogo de futebol quando, dois homens bem vestidos desceram de um carro e foram em direção a ele. Um deles, após afirmar “é você mesmo”, efetuou o primeiro disparo, atingindo o rapaz no abdome. Nesse momento, o pai da vítima, que estava junto ao filho, entrou na frente dele para tentar protege-lo, mas foi ameaçado com um revólver apontado contra sua cabeça e também ameaçado pelo segundo suspeito, que ainda disse: “se afasta que o negócio não é com você”. Na sequência, deu dois tiros na cabeça do rapaz, que morreu no campo.
Ainda segundo testemunhas, a única reação da vítima, ao ser ameaçada, foi levantar os braços e perguntar “o que eu fiz?”.
A polícia prendeu um dos atiradores, o outro se encontra foragido.
https://videos.bol.uol.com.br/video/rapaz-e-assassinado-na-frente-do-pai-em-campo-de-varzea-04024C18376AD8B16326
https://videos.band.uol.com.br/16665701/rapaz-e-assassinado-na-frente-do-pai-em-campo-de-varzea.html
Em homenagem a memória do filho, seu pai criou um projeto social, o Proama - Projeto Adalton Marques de Azevedo.

Adriana Francis Matiole
Há quase três anos da morte da jovem Adriana, e os familiares continuam esperando por respostas.
A garota foi assassinada a tiros pelo ex-namorado, Marcos Antônio de Lima Manoel, conhecido como “Boca”, em 9 de dezembro de 2017. Adriana tinha 19 anos e estava grávida de dois meses, e morreu logo após ter dado entrada no hospital.
O crime teria ocorrido em frente a um centro de eventos, na SC-447, rodovia que liga Araranguá ao Balneário Arroio do Silva.
Na ação, Luiz Henrique Francisco Machado, de 19 anos, que estava com a vítima, também foi assassinado. O caso é considerado um triplo homicídio.
Conforme informou o delegado na época dos fatos, testemunhas relataram que Adriana teria tido uma discussão rápida com um homem dentro da casa noturna. Ao final da festa, ocorreu o triplo homicídio.
Praticamente três anos se passaram e o caso permanece impune.
A jovem Adriana que era Natural dos Estados Unidos da América (EUA), iria voltar para lá (EUA) na semana seguinte.
A mãe de Adriana, Damaris Mendes, colocou cinco placas (outdoor) em Criciúma em agosto e setembro de 2020, com os dizeres: “Justiça para Adriana”.
Juntamente com o número da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá para que, quem tenha informações sobre o paradeiro do assassino, “Boca” denuncie.
Ajude, basta divulgar!
Se você tiver informações ligue para 190 imediatamente
UV União de Vítimas Não solte a minha Mão!
A garota foi assassinada a tiros pelo ex-namorado, Marcos Antônio de Lima Manoel, conhecido como “Boca”, em 9 de dezembro de 2017. Adriana tinha 19 anos e estava grávida de dois meses, e morreu logo após ter dado entrada no hospital.
O crime teria ocorrido em frente a um centro de eventos, na SC-447, rodovia que liga Araranguá ao Balneário Arroio do Silva.
Na ação, Luiz Henrique Francisco Machado, de 19 anos, que estava com a vítima, também foi assassinado. O caso é considerado um triplo homicídio.
Conforme informou o delegado na época dos fatos, testemunhas relataram que Adriana teria tido uma discussão rápida com um homem dentro da casa noturna. Ao final da festa, ocorreu o triplo homicídio.
Praticamente três anos se passaram e o caso permanece impune.
A jovem Adriana que era Natural dos Estados Unidos da América (EUA), iria voltar para lá (EUA) na semana seguinte.
A mãe de Adriana, Damaris Mendes, colocou cinco placas (outdoor) em Criciúma em agosto e setembro de 2020, com os dizeres: “Justiça para Adriana”.
Juntamente com o número da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá para que, quem tenha informações sobre o paradeiro do assassino, “Boca” denuncie.
Ajude, basta divulgar!
Se você tiver informações ligue para 190 imediatamente
UV União de Vítimas Não solte a minha Mão!

Ágatha Vitória Sales Félix
Caso Ágatha Félix
.。.:*♡.。.😘
Julgamento do caso Ágatha Félix coloca frente a frente mãe e policial acusado de atirar; testemunha reconheceu o PM.
Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, foi morta quando voltava para casa com a mãe, no Complexo do Alemão, em setembro de 2019. A próxima audiência, que pode determinar se o PM irá a Júri Popular, foi marcada para o dia 3 de março.
Dois anos, quatro meses e 20 dias depois da morte da filha, Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, Vanessa Francisco Salles, esteve frente a frente com o policial militar Rodrigo José de Matos Soares pela primeira vez, durante a primeira audiência do Júri sobre o caso, nesta quarta-feira (9).
Rodrigo é acusado de ter feito o disparo que matou a menina que estava dentro de uma kombi, ao lado da mãe, no caminho de casa, no Morro da Fazendinha, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio.

Alan Fagner Clemente Soares
Alan estava retornando da cidade de Lins - SP, onde prestava serviços para a empresa em que trabalhava para passar o natal com sua esposa e seus três filhos, quando no KM 43 da BR 163 uma caminhonete vinda do sentido contrario fez uma ultrapassagem incorreta batendo de frente com a caminhonete de Alan, que ainda tentou desviar para o acostamento. A batida foi tão violenta que as duas caminhonetes ficaram destruídas. Alan teve morte instantânea e seu companheiro de viagem Newton Paulo de Oliveira, 41 anos, ficou gravemente ferido.
Na caminhonete que fez a ultrapassagem irregular estavam Neumayer Pereira Souza Junior, 22 anos e Max Silva Lopes, 19 anos, um deles foi lançado para fora do veiculo e o outro ficou preso nas ferragens ambos morreram na hora, o terceiro ocupante do veiculo Leonardo Schirmer Calcanhoto, 23 anos morreu no hospital. Eles estavam indo passar as férias em Camboriú - SC, no seu veiculo a policia encontrou bebidas alcoólicas e papelotes com drogas.
Alan Fagner Clemente Soares é irmão de Rosimere Aparecida Soares, 30 anos, que faleceu no dia 22/12/2007, vítima de erro médico e tem sua foto e relato neste mesmo álbum.
Na caminhonete que fez a ultrapassagem irregular estavam Neumayer Pereira Souza Junior, 22 anos e Max Silva Lopes, 19 anos, um deles foi lançado para fora do veiculo e o outro ficou preso nas ferragens ambos morreram na hora, o terceiro ocupante do veiculo Leonardo Schirmer Calcanhoto, 23 anos morreu no hospital. Eles estavam indo passar as férias em Camboriú - SC, no seu veiculo a policia encontrou bebidas alcoólicas e papelotes com drogas.
Alan Fagner Clemente Soares é irmão de Rosimere Aparecida Soares, 30 anos, que faleceu no dia 22/12/2007, vítima de erro médico e tem sua foto e relato neste mesmo álbum.

Alexandre de Lima Moraes
Alexandre de Lima Moraes, 20 anos, cursando o último ano de Administração com Habilitação em Marketing na Faculdade Educacional de Colombo, que era um rapaz de boa índole, sem envolvimento com drogas, bebidas, brigas, etc., apenas estudava no periodo da noite e trabalhavo durante o dia todo, no dia 21 de maio de 2006 (domingo), foi levar sua noiva em casa por volta das 19 horas e retornou por volta das 23 horas chegando esfaqueado. Foi socorrido pelo pai e levado ao pronto-socorro Alto Maracanã, de onde foi transferido com o siate (corpo de bombeiros) para o Hospital Cajuru. Onde passou por cirurgia, vindo a falecer por volta das 3 horas da manhã do dia 22 de maio de 2006. Após o fato foi comunicada a policia militar sobre o ocorrido, mas os mesmos não compareceram no local para registrar a ocorrência. Alguns dias depois compareceram em nossa residência dois investigadores da Polícia Civil, demonstrando interesse na investigação do caso. Passados aproximadamente dois meses, eu, pai do Alexandre, descobri uma testemunha que havia presenciado o acontecido. Então o levei até a delegacia do Alto Maracanã, perante o delegado Dr. Amilton da Paz. A testemunha afirmou ter visto um homem moreno, bem vestido, trajando calça jeans, jaqueta bege de tecido, saindo do local com uma faca na mão. No entanto o delegado não pediu para que fosse feito o retrato falado do suposto assassino. Além da testemunha foram apontados alguns suspeitos, mas a polícia não se interessou em interrogá-los. Já se passaram 1 ano e 3 meses, e a polícia ainda não tem nenhuma resposta para o caso. A policia alega falta de informações, mas a impressão que temos é de que eles não estão interessados em resolver o caso.
– Neri Domingos Moraes- pai.
– Neri Domingos Moraes- pai.

Aline Guimarães
Acusado de tentar matar ex com mais de 70 facadas em Taubaté vai a júri popular em setembro.
Crime completa um ano em 21 de julho. Júri foi marcado para o dia 17 de setembro. Homem está preso desde o crime.
A Justiça marcou para setembro o júri popular do homem acusado de tentar matar a ex-namorada com mais de 70 facadas em Taubaté. A audiência vai acontecer no fórum criminal de Taubaté no dia 17 de setembro.
Cleiton Duda dos Santos está preso desde o crime, que completa um ano em 21 de julho. A Justiça já havia determinado que ele fosse a júri popular em novembro de 2019, mas a data só foi marcada em na última semana, em 10 de julho.
Aline Guimarães foi agredida com mais de 70 facadas em sua casa, depois que o ex-namorado não aceitou o fim da relação. Ela tinha uma medida protetiva contra ele depois de ameaças e teve a casa invadida pelo homem.
No dia do crime, vizinhos escutaram os pedidos de socorro de Aline e acionaram a polícia. A PM flagrou Cleiton ainda na casa da vítima e teve que negociar com ele a rendição para socorrer Aline.
A vendedora passou três dias em coma e três semanas internada, mas conseguiu se recuperar das lesões. Ela teve ferimentos no abdômen, pescoço e membros.
Com Informações na íntegra G1 Vale do Paraíba
Você pode e deve ligar também para 181 ou 190
Crime completa um ano em 21 de julho. Júri foi marcado para o dia 17 de setembro. Homem está preso desde o crime.
A Justiça marcou para setembro o júri popular do homem acusado de tentar matar a ex-namorada com mais de 70 facadas em Taubaté. A audiência vai acontecer no fórum criminal de Taubaté no dia 17 de setembro.
Cleiton Duda dos Santos está preso desde o crime, que completa um ano em 21 de julho. A Justiça já havia determinado que ele fosse a júri popular em novembro de 2019, mas a data só foi marcada em na última semana, em 10 de julho.
Aline Guimarães foi agredida com mais de 70 facadas em sua casa, depois que o ex-namorado não aceitou o fim da relação. Ela tinha uma medida protetiva contra ele depois de ameaças e teve a casa invadida pelo homem.
No dia do crime, vizinhos escutaram os pedidos de socorro de Aline e acionaram a polícia. A PM flagrou Cleiton ainda na casa da vítima e teve que negociar com ele a rendição para socorrer Aline.
A vendedora passou três dias em coma e três semanas internada, mas conseguiu se recuperar das lesões. Ela teve ferimentos no abdômen, pescoço e membros.
Com Informações na íntegra G1 Vale do Paraíba
Você pode e deve ligar também para 181 ou 190

Alisson Braian Gonçalves Garcia
Esse é o meu Alisson ele foi assassinado dia 12/04/2016 as 21:25 da noite em Foz do Iguaçu - PR. Ele levou 11 tiros nas costa pq não quis chamar o amigo Fernando para morrer.
Meu filho morreu com 17 anos, ele era um excelente filho, amoroso e um menino alegre, bondoso e que adorava fazer pipas e solta-las. Ele dizia bem assim: - pipa no alto não tem dono.
Seus assassinos foram três, dois maiores de idade que se encontram presos aguardando julgamento e o que atirou era de menor na época, mas tem atualmente mandado de prisão expedido pois após matar o Alisson cometeu novos crimes, este se encontra foragido. Já o mandante continua impune.
Rosangela Gonçalves Garcia - Mãe do Alisson
Meu filho morreu com 17 anos, ele era um excelente filho, amoroso e um menino alegre, bondoso e que adorava fazer pipas e solta-las. Ele dizia bem assim: - pipa no alto não tem dono.
Seus assassinos foram três, dois maiores de idade que se encontram presos aguardando julgamento e o que atirou era de menor na época, mas tem atualmente mandado de prisão expedido pois após matar o Alisson cometeu novos crimes, este se encontra foragido. Já o mandante continua impune.
Rosangela Gonçalves Garcia - Mãe do Alisson

Amanda Albach
Caso Amanda Albach
.••❥¸¸.•
A Justiça de Imbituba, no Sul catarinense, recebeu a denúncia contra os três agora acusados de envolvimento na morte de Amanda Albach, de 21 anos. Eles vão responder por cárcere privado, tortura, homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, e ocultação de cadáver.
A denúncia foi aceita em 25 de janeiro, segundo o Poder Judiciário catarinense. A defesa de Douglas e Victor Straccioni da Silva e Daiane Mayara Pasqual afirmou por nota que "está tomando as medidas judiciais cabíveis".
"A defesa interpreta que não há alteração fática quanto a situação pessoal dos acusados, entendendo que não preenche os requisitos autorizadores da prisão cautelar, previstos no artigo 312 do Código de Processo Penal. Portanto, contradições,
levantamentos policiais e perícias não tem o condão de fazer com que sejam presos preventivamente", disse a defesa, feita pelos advogados Luana e Alécio Cargnin, em nota.
Amanda, mãe de uma criança de 2 anos, foi morta em 15 de novembro e enterrada em uma praia de Imbituba. O corpo foi encontrado em 3 de dezembro, após a prisão dos suspeitos em uma cidade gaúcha. A vítima morava na região metropolitana de Curitiba e estava desaparecida há 18 dias.
Denúncia
Conforme o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), os presos teriam matado a jovem por acreditarem que ela era parte de um plano para executá-los, orquestrado por uma facção criminosa ligada ao tráfico de drogas. As informações, conforme o órgão, estão descritas na ação penal pública.
Segundo o delegado Bruno Fernandes, que esteve à frente das investigações, a vítima sofreu tortura enquanto esteve rendida pelo grupo.
"O laudo pericial apontou que Amanda tinha sido amordaçada e que estava com uma fratura do nariz, ou seja, também foi agredida antes de levar um tiro no rosto", disse.
Conforme Fernandes, o trio manteve Amanda sob a mira de uma arma e ameaças das 11h até as 18h do dia 15 de novembro, para obrigar a vítima a mostrar o celular dela. As informações que eles desejavam ter, ao acessar o celular, não foram reveladas pela polícia.
Suspeitos montaram enredo
Conforme o delegado, antes de serem presos os suspeitos já sabiam que eram investigados e teriam montado um enredo convencendo um envolvido a assumir a responsabilidade pelo crime.
"No primeiro momento em que eles foram ouvidos, convenceram um dos envolvidos a passar todos os detalhes. Pela narrativa que foi apresentado até aquele momento, não tinham elementos sólidos para os envolvimentos deles [dos outros dois]",
explicou o delegado.
Fernandes afirmou que foi possível verificar a participação de cada suspeito na morte. “São circunstâncias, divergências que, somadas, nos permitem aferir que [todos] tiveram suas participações específicas. Isso, aliado a outras medidas adotadas durante a investigação", disse.
O outro homem apontado pela Polícia Civil por envolvimento no crime, alegou que saiu para trabalhar, o que foi confirmado por um álibi.
A investigação, por sua vez, descobriu que era mentira.

Amanda Palha
*26.09.1992 14.11.2019 provável dia do óbito
No dia 26 de junho de 2020, o DNA colhido no cabelo encontrado na cova com pertences da Amanda, deu positivo. Portanto, a probalidade de óbito é de 99 por cento, contudo, o corpo da Amanda não foi localizado até o final de junho de 2020. (30/06/2020)
Mãe de quatro filhos, ela sumiu no dia 12 de novembro do ano de 2018. A jovem havia sido vista pela última vez entrando em um carro perto de casa, em Osasco.
A principal suspeita é que ela tenha sido morta em um "tribunal do crime" devido a suspeitas de criminosos de que estaria repassando informações à polícia, de acordo com testemunhas. Diversas buscas em áreas de mata de Osasco, São Paulo e Francisco Morato, foram feitas na tentativa de localizar o corpo da mulher, mas nada foi encontrado.
As buscas por Amanda já levaram à polícia a localizar pelo menos dois cemitérios clandestinos, com vítimas de supostos "tribunais do crime", um na região da favela da Arábia, onde o celular dela emitiu sinal pela última vez, e um em Embu. Nenhum dos corpos encontrados nos locais era o de Amanda.
Uma testemunha afirmou que Amanda teria sido torturada durante dois dias antes de ser morta em um "Tribunal do Crime".
Acusada de ter passado informações sobre ações de criminosos à polícia. Ela teria ido ao 8º DP de Osasco momentos antes de desaparecer.
O pai de Amanda fez um apelo aos envolvidos no sumiço da filha para que, ao menos, revelem onde está o corpo dela: - "Se minha filha estiver morta, só entrega para a gente para a gente poder fazer o sepultamento dela dignamente", afirmou. - "Estamos sofrendo Muito!"
Há um ano, a polícia encontrou um par de tênis e um aplique de cabelo da jovem Amanda Palha, desaparecida há sete meses, em uma cova de Francisco Morato, na região metropolitana de São Paulo. No local não havia o corpo, mas a investigação acredita que tenham removido o cadáver após certo tempo.
No dia 26 de junho de 2020, o DNA colhido no cabelo encontrado na cova com pertences da Amanda, deu positivo. Portanto, a probalidade de óbito é de 99 por cento, contudo, o corpo da Amanda não foi localizado até o final de junho de 2020. (30/06/2020)
Mãe de quatro filhos, ela sumiu no dia 12 de novembro do ano de 2018. A jovem havia sido vista pela última vez entrando em um carro perto de casa, em Osasco.
A principal suspeita é que ela tenha sido morta em um "tribunal do crime" devido a suspeitas de criminosos de que estaria repassando informações à polícia, de acordo com testemunhas. Diversas buscas em áreas de mata de Osasco, São Paulo e Francisco Morato, foram feitas na tentativa de localizar o corpo da mulher, mas nada foi encontrado.
As buscas por Amanda já levaram à polícia a localizar pelo menos dois cemitérios clandestinos, com vítimas de supostos "tribunais do crime", um na região da favela da Arábia, onde o celular dela emitiu sinal pela última vez, e um em Embu. Nenhum dos corpos encontrados nos locais era o de Amanda.
Uma testemunha afirmou que Amanda teria sido torturada durante dois dias antes de ser morta em um "Tribunal do Crime".
Acusada de ter passado informações sobre ações de criminosos à polícia. Ela teria ido ao 8º DP de Osasco momentos antes de desaparecer.
O pai de Amanda fez um apelo aos envolvidos no sumiço da filha para que, ao menos, revelem onde está o corpo dela: - "Se minha filha estiver morta, só entrega para a gente para a gente poder fazer o sepultamento dela dignamente", afirmou. - "Estamos sofrendo Muito!"
Há um ano, a polícia encontrou um par de tênis e um aplique de cabelo da jovem Amanda Palha, desaparecida há sete meses, em uma cova de Francisco Morato, na região metropolitana de São Paulo. No local não havia o corpo, mas a investigação acredita que tenham removido o cadáver após certo tempo.

Ana Carolina Pacheco da Silva
Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos, foi uma 2 das vítimas fatais do massacre, feito pelo assassino Welligton Menezes de Oliveira em 07/04/2011 na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. Welligton Menezes de Oliveira matou 12 crianças e deixou mais de 20 feridos.
O pai e o tio da estudante Ana Carolina Pacheco da Silva chegaram a ir até o IML durante a manhã de quinta-feira (7). Na ocasião, no entanto, não reconheceram a garota. A mãe da aluna chegou a dar queixa da criança por desaparecimento, mas no final do dia a família voltou ao IML e constatou que Ana Carolina estava mesmo morta. O pai afirmou, durante a noite, que o corpo mostrado pela primeira vez não era o de sua filha.
O clima era de desespero entre os parentes após o reconhecimento dos corpos.
Inicialmente, a polícia informou que o atirador, Welligton Menezes de Oliveira, entrou na escola dizendo que daria uma palestra. No entanto, mais tarde, o governador Sérgio Cabral disse que ele havia solicitado um histórico escolar.
Durante os ataques, uma professora fez com que alguns alunos deixassem a unidade para pedirem ajuda, afirmou o governador Sérgio Cabral. Próxima a escola, dois alunos --que estavam feridos-- pediram ajuda a um carros da Polícia Militar.
As duas crianças foram socorridas e o PM Marcio Alves foi ao local. O sargento baleou o suspeito durante os ataques. Já no chão, o rapaz se matou. Cabral chegou a agradecer a ação do policial e afirmou que a tragédia poderia ter sido muito pior.
O governador Sérgio Cabral decretou luto oficial de sete dias no Estado do Rio de Janeiro.
Além dos mortos, o ataque de Wellington Menezes de Oliveira deixou mais de 20 feridos. Destes, foram identificados, até às 17h30 do dia 07/04/2011, sete pessoas, sendo três em estado grave:
Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, é responsável pelo ataque à Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, teve a casa toda periciada com a ajuda de dois irmãos dele.
O computador do jovem, principal peça de investigação, foi encontrado queimado. Segundo a polícia, ele tentou apagar as pistas.
A perícia realizada na tarde de 07/03/2011 achou a casa totalmente destruída: móveis e eletrodomésticos foram quebrados. A casa fica perto da escola.
Nos arquivos da polícia, não há nenhuma queixa contra Wellington.
Os investigadores querem saber como um rapaz sem antecedentes criminais sabia manusear as armas. Ele usou dois revólveres: um de calibre 38 e outro de calibre 32 e estava com muita munição num cinturão. Ele usava um equipamento chamado de "speedloader", um dispositivo que ajudava a recarregar as armas rapidamente, de uma vez só.
A polícia está tentando descobrir como Wellington conseguiu as armas. O revólver 38 está com a numeração raspada, o que dificulta o rastreamento. Os investigadores localizaram a origem da outra arma, de calibre 32. O dono dela já morreu. O filho dele prestou depoimento e disse que o revólver tinha sido roubado há quase 18 anos.
Professores e testemunhas do massacre também foram ouvidos nesta quinta-feira na Delegacia de Homicídios.
Perfil do atirador
Wellington, que era ex-aluno da escola, nunca apresentou problemas no colégio. Ele cursou o ensino fundamental de 1999 a 2002. De acordo com a Secretaria de Educação, era bom estudante e nunca repetiu de ano. Também não há registros de mau comportamento na sala de aula.
Wellington era filho adotivo, caçula de cinco irmãos. O pai morreu há cinco anos e a mãe, há dois anos. Em 2008, ele trabalhou no almoxarifado de uma fábrica de salsichas. O jovem pediu demissão em agosto do ano passado. Segundo funcionários, ele era um jovem de poucas palavras.
O rapaz, considerado estranho pelos vizinhos, morou com a família em uma casa, na mesma rua da escola, cenário do massacre.
"Sempre tímido, aquele mesmo comportamento calado, nunca foi de ter amizade. Uma vez ou outra jogava bola aqui, mas era muito difícil. De uns tempos para cá nem isso", contou a vizinha Vanessa Nascimento.
"Ele saía e não falava com ninguém: era de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Não falava com ninguém. Era ele no mundo dele", relatou outra vizinha.
"Só curtia internet, como falava. Ele ficava só na internet, mais nada", comentou o vizinho Fábio dos Santos.
Há 8 meses, Wellington se mudou para outra casa, em Sepetiba, também na Zona Oeste do Rio. O imóvel foi herança do pai.
Segundo os vizinhos, desde que se mudou para o local, Wellington nunca foi visto com amigos ou namoradas. Ele andava sempre de cabeça baixa, mal cumprimentava as pessoas e chamava atenção por uma barba enorme que raspou há cinco dias. Os vizinhos também contam que ele seguia uma rotina de segunda a segunda: saía cedo de casa, voltava no fim da tarde, comprava um refrigerante numa mercearia e entrava pelo portão para ficar a noite no computador.
Um comerciante, que conhece a família há muito tempo, diz que apesar do temperamento fechado, Wellington nunca demonstrou agressividade.
"Nunca vi comportamento nenhum irregular, entendeu. Nunca vi", disse Marcos Alves.
A última vez que ele foi visto na rua foi há dois dias
Atirador deixou uma carta
O atirador deixou uma carta. Nela, citou Jesus, Deus e traçou planos para o próprio funeral. O rapaz disse que os impuros não poderiam tocá-lo sem usar luvas. Ele afirmou que era virgem, pediu o banhassem e o envolvessem num lençol branco que ele teria deixado no prédio, numa bolsa. E que só depois fosse colocado no caixão e enterrado ao lado da sepultura da mãe. Wellington disse que gostaria que um fiel seguidor de Deus orasse pedindo o perdão de Deus pelo o que ele fez e pediu que Jesus o despertasse do sono da morte para a vida. Em nenhum momento, o criminoso explica os motivos dos disparos.
"Esse rapaz, infelizmente, não é diferente de tantos outros assassinos. Eles têm um histórico parecido, uma ação parecida, em geral, se suicida no final. São indivíduos de baixa autoestima, indivíduos que voltam pra agredir o que supostamente eles entenderam que é um grupo que os rejeitou ou os ameaçou, então eles fazem como uma revanche, uma vingança nesse local, planejam um ato espetaculoso, com muito armamento, e causam essas tragédias e infelizmente ganham notoriedade através disso", explicou Ilana Casoy, pós graduada em criminologia.
Os corpos das vítimas do massacre ocorrido nesta quinta-feira (7), na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, estão sendo identificados e liberados pelo Instituto Médico Legal (IML), no centro, na noite de hoje. Com a morte de um menino no começo da noite de hoje, chega a 13 o número de mortos no ataque, incluindo o atirador Wellington Menezes de Oliveira.
Quatro famílias decidiram doar os órgãos dos parentes: Bianca Rocha Tavares teve o tecido ósseo doado; Luiza Paula da Silveira, as córneas e o tecido ósseo; Larissa dos Santos Atanázio, o tecido ósseo; e Karine Lorraine Chagas de Oliveira, tecido e córnea.
A menina Ana Carolina Pacheco da Silva, de 13 anos, vitima do ataque a escola em Realengo, foi cremada no cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio, na manhã de sábado (09/04/2011), sob forte emoção da família, que durante toda a madrugada velou o corpo da adolescente. Ela foi a única crianca cremada das 12 mortas no massacre.
Por volta das 8h, a família deu as mãos em volta do caixão e rezou o Pai Nosso. Cerca de 15 parentes, todos vestidos com uma camiseta em homenagem à menina, oraram e cantaram músicas religiosas.
A mãe de Ana Carolina, Ana Luiza, chorava muito a perda da filha. "Me ajuda, meu Deus, me ajuda", dizia ela.
O corpo seguiu para o crematório do cemitério, de carro. A família seguiu de van. Em uma sala reservada, os parentes tiveram 15 minutos para o adeus à menina. Por volta das 9h, eles deixaram o local.
Suspeitos de negociar com atirador são indiciados por comércio de arma
Os dois suspeitos de negociar uma das armas usadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira foram indiciados por comércio de arma de fogo e a pena pode chegar a 8 anos, informou o delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, no dia 09/04/2011.
O chaveiro Charleston Souza de Lucena, de 38 anos, e o vigia Izaías de Souza, de 48 anos, tiveram a prisão preventiva decretada na madrugada do sábado (09/04).
Os dois afirmaram que ao saber que a arma tinha sido usada para o ataque a escola se arrependeram.
"Se eu soubesse que era para fazer isso, jamais teria feito o que eu fiz. Agora, infelizmente vou ter que pagar ", disse Izaías.
Segundo Charleston, o atirador teria dito que a arma seria para segurança própria dele. De acordo com a polícia, os dois têm antecedentes criminais. Izaías tem 6 filhos e 4 enteados e Charleston tem três filhos.
A polícia informou que eles disseram que a arma foi vendida por R$ 260 e os dois receberam R$ 30, cada. A polícia agora busca o dono da arma, que teria ficado com R$ 200.
Segundo o delegado Felipe Ettore, a polícia agora faz buscas pelo dono do revólver. Mas segundo as primeiras informações, ele teria sido assassinado no carnaval deste ano.
Os dois suspeitos foram ouvidos na noite de sexta-feira (8) na DH, na Barra da Tijuca. Eles foram encontrados por policiais militares do serviço reservado do 21º BPM (São João de Meriti). De acordo com o comandante do batalhão, Ricardo Arlem, um chaveiro, vizinho de Wellington, teria sido quem intermediou a compra do revólver calibre 32, uma das armas utilizadas no massacre.O comandante explicou que Wellington teria procurado o chaveiro, por saber que ele tinha contatos de pessoas que vendiam armas clandestinamente. Ainda segundo a Polícia Militar, as negociações para a compra da arma teriam começado há cerca de quatro meses.
Um amigo do chaveiro teria vendido a arma para o atirador. Segundo a PM, o suposto vendedor tem passagens pela polícia pelos crimes de porte ilegal de arma, uso de documento falso e estupro.
De acordo com o comandante Ricardo Arlem, assim que os homens foram abordados pelos PMs, eles negaram a venda, mas depois confirmaram e trocaram acusações.
"Sheik"
Segundo a PM, o chaveiro revelou que Wellington era conhecido na região onde morava em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, pelo apelido de "Sheik", devido à barba longa que cultivou até dias antes do crime. Na carta que deixou na escola, Wellington não deu indicações de que seria muçulmano (leia carta na íntegra).
“Nós descobrimos esses dois homens porque um PM à paisana ouviu o vendedor comentar ao chaveiro, tá vendo aquela arma que te vendi, tá vendo como ela tava afiadinha?, olha o estrago que ela fez”, reproduziu o comandante.
O comandante contou ainda que os homens negaram vender as munições utilizadas por Wellington. A Divisão de Homicídios, que investiga o caso, tenta esclarecer se os dois homens têm realmente ligação com a venda do armamento.
O pai e o tio da estudante Ana Carolina Pacheco da Silva chegaram a ir até o IML durante a manhã de quinta-feira (7). Na ocasião, no entanto, não reconheceram a garota. A mãe da aluna chegou a dar queixa da criança por desaparecimento, mas no final do dia a família voltou ao IML e constatou que Ana Carolina estava mesmo morta. O pai afirmou, durante a noite, que o corpo mostrado pela primeira vez não era o de sua filha.
O clima era de desespero entre os parentes após o reconhecimento dos corpos.
Inicialmente, a polícia informou que o atirador, Welligton Menezes de Oliveira, entrou na escola dizendo que daria uma palestra. No entanto, mais tarde, o governador Sérgio Cabral disse que ele havia solicitado um histórico escolar.
Durante os ataques, uma professora fez com que alguns alunos deixassem a unidade para pedirem ajuda, afirmou o governador Sérgio Cabral. Próxima a escola, dois alunos --que estavam feridos-- pediram ajuda a um carros da Polícia Militar.
As duas crianças foram socorridas e o PM Marcio Alves foi ao local. O sargento baleou o suspeito durante os ataques. Já no chão, o rapaz se matou. Cabral chegou a agradecer a ação do policial e afirmou que a tragédia poderia ter sido muito pior.
O governador Sérgio Cabral decretou luto oficial de sete dias no Estado do Rio de Janeiro.
Além dos mortos, o ataque de Wellington Menezes de Oliveira deixou mais de 20 feridos. Destes, foram identificados, até às 17h30 do dia 07/04/2011, sete pessoas, sendo três em estado grave:
Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, é responsável pelo ataque à Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, teve a casa toda periciada com a ajuda de dois irmãos dele.
O computador do jovem, principal peça de investigação, foi encontrado queimado. Segundo a polícia, ele tentou apagar as pistas.
A perícia realizada na tarde de 07/03/2011 achou a casa totalmente destruída: móveis e eletrodomésticos foram quebrados. A casa fica perto da escola.
Nos arquivos da polícia, não há nenhuma queixa contra Wellington.
Os investigadores querem saber como um rapaz sem antecedentes criminais sabia manusear as armas. Ele usou dois revólveres: um de calibre 38 e outro de calibre 32 e estava com muita munição num cinturão. Ele usava um equipamento chamado de "speedloader", um dispositivo que ajudava a recarregar as armas rapidamente, de uma vez só.
A polícia está tentando descobrir como Wellington conseguiu as armas. O revólver 38 está com a numeração raspada, o que dificulta o rastreamento. Os investigadores localizaram a origem da outra arma, de calibre 32. O dono dela já morreu. O filho dele prestou depoimento e disse que o revólver tinha sido roubado há quase 18 anos.
Professores e testemunhas do massacre também foram ouvidos nesta quinta-feira na Delegacia de Homicídios.
Perfil do atirador
Wellington, que era ex-aluno da escola, nunca apresentou problemas no colégio. Ele cursou o ensino fundamental de 1999 a 2002. De acordo com a Secretaria de Educação, era bom estudante e nunca repetiu de ano. Também não há registros de mau comportamento na sala de aula.
Wellington era filho adotivo, caçula de cinco irmãos. O pai morreu há cinco anos e a mãe, há dois anos. Em 2008, ele trabalhou no almoxarifado de uma fábrica de salsichas. O jovem pediu demissão em agosto do ano passado. Segundo funcionários, ele era um jovem de poucas palavras.
O rapaz, considerado estranho pelos vizinhos, morou com a família em uma casa, na mesma rua da escola, cenário do massacre.
"Sempre tímido, aquele mesmo comportamento calado, nunca foi de ter amizade. Uma vez ou outra jogava bola aqui, mas era muito difícil. De uns tempos para cá nem isso", contou a vizinha Vanessa Nascimento.
"Ele saía e não falava com ninguém: era de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Não falava com ninguém. Era ele no mundo dele", relatou outra vizinha.
"Só curtia internet, como falava. Ele ficava só na internet, mais nada", comentou o vizinho Fábio dos Santos.
Há 8 meses, Wellington se mudou para outra casa, em Sepetiba, também na Zona Oeste do Rio. O imóvel foi herança do pai.
Segundo os vizinhos, desde que se mudou para o local, Wellington nunca foi visto com amigos ou namoradas. Ele andava sempre de cabeça baixa, mal cumprimentava as pessoas e chamava atenção por uma barba enorme que raspou há cinco dias. Os vizinhos também contam que ele seguia uma rotina de segunda a segunda: saía cedo de casa, voltava no fim da tarde, comprava um refrigerante numa mercearia e entrava pelo portão para ficar a noite no computador.
Um comerciante, que conhece a família há muito tempo, diz que apesar do temperamento fechado, Wellington nunca demonstrou agressividade.
"Nunca vi comportamento nenhum irregular, entendeu. Nunca vi", disse Marcos Alves.
A última vez que ele foi visto na rua foi há dois dias
Atirador deixou uma carta
O atirador deixou uma carta. Nela, citou Jesus, Deus e traçou planos para o próprio funeral. O rapaz disse que os impuros não poderiam tocá-lo sem usar luvas. Ele afirmou que era virgem, pediu o banhassem e o envolvessem num lençol branco que ele teria deixado no prédio, numa bolsa. E que só depois fosse colocado no caixão e enterrado ao lado da sepultura da mãe. Wellington disse que gostaria que um fiel seguidor de Deus orasse pedindo o perdão de Deus pelo o que ele fez e pediu que Jesus o despertasse do sono da morte para a vida. Em nenhum momento, o criminoso explica os motivos dos disparos.
"Esse rapaz, infelizmente, não é diferente de tantos outros assassinos. Eles têm um histórico parecido, uma ação parecida, em geral, se suicida no final. São indivíduos de baixa autoestima, indivíduos que voltam pra agredir o que supostamente eles entenderam que é um grupo que os rejeitou ou os ameaçou, então eles fazem como uma revanche, uma vingança nesse local, planejam um ato espetaculoso, com muito armamento, e causam essas tragédias e infelizmente ganham notoriedade através disso", explicou Ilana Casoy, pós graduada em criminologia.
Os corpos das vítimas do massacre ocorrido nesta quinta-feira (7), na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, estão sendo identificados e liberados pelo Instituto Médico Legal (IML), no centro, na noite de hoje. Com a morte de um menino no começo da noite de hoje, chega a 13 o número de mortos no ataque, incluindo o atirador Wellington Menezes de Oliveira.
Quatro famílias decidiram doar os órgãos dos parentes: Bianca Rocha Tavares teve o tecido ósseo doado; Luiza Paula da Silveira, as córneas e o tecido ósseo; Larissa dos Santos Atanázio, o tecido ósseo; e Karine Lorraine Chagas de Oliveira, tecido e córnea.
A menina Ana Carolina Pacheco da Silva, de 13 anos, vitima do ataque a escola em Realengo, foi cremada no cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio, na manhã de sábado (09/04/2011), sob forte emoção da família, que durante toda a madrugada velou o corpo da adolescente. Ela foi a única crianca cremada das 12 mortas no massacre.
Por volta das 8h, a família deu as mãos em volta do caixão e rezou o Pai Nosso. Cerca de 15 parentes, todos vestidos com uma camiseta em homenagem à menina, oraram e cantaram músicas religiosas.
A mãe de Ana Carolina, Ana Luiza, chorava muito a perda da filha. "Me ajuda, meu Deus, me ajuda", dizia ela.
O corpo seguiu para o crematório do cemitério, de carro. A família seguiu de van. Em uma sala reservada, os parentes tiveram 15 minutos para o adeus à menina. Por volta das 9h, eles deixaram o local.
Suspeitos de negociar com atirador são indiciados por comércio de arma
Os dois suspeitos de negociar uma das armas usadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira foram indiciados por comércio de arma de fogo e a pena pode chegar a 8 anos, informou o delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, no dia 09/04/2011.
O chaveiro Charleston Souza de Lucena, de 38 anos, e o vigia Izaías de Souza, de 48 anos, tiveram a prisão preventiva decretada na madrugada do sábado (09/04).
Os dois afirmaram que ao saber que a arma tinha sido usada para o ataque a escola se arrependeram.
"Se eu soubesse que era para fazer isso, jamais teria feito o que eu fiz. Agora, infelizmente vou ter que pagar ", disse Izaías.
Segundo Charleston, o atirador teria dito que a arma seria para segurança própria dele. De acordo com a polícia, os dois têm antecedentes criminais. Izaías tem 6 filhos e 4 enteados e Charleston tem três filhos.
A polícia informou que eles disseram que a arma foi vendida por R$ 260 e os dois receberam R$ 30, cada. A polícia agora busca o dono da arma, que teria ficado com R$ 200.
Segundo o delegado Felipe Ettore, a polícia agora faz buscas pelo dono do revólver. Mas segundo as primeiras informações, ele teria sido assassinado no carnaval deste ano.
Os dois suspeitos foram ouvidos na noite de sexta-feira (8) na DH, na Barra da Tijuca. Eles foram encontrados por policiais militares do serviço reservado do 21º BPM (São João de Meriti). De acordo com o comandante do batalhão, Ricardo Arlem, um chaveiro, vizinho de Wellington, teria sido quem intermediou a compra do revólver calibre 32, uma das armas utilizadas no massacre.O comandante explicou que Wellington teria procurado o chaveiro, por saber que ele tinha contatos de pessoas que vendiam armas clandestinamente. Ainda segundo a Polícia Militar, as negociações para a compra da arma teriam começado há cerca de quatro meses.
Um amigo do chaveiro teria vendido a arma para o atirador. Segundo a PM, o suposto vendedor tem passagens pela polícia pelos crimes de porte ilegal de arma, uso de documento falso e estupro.
De acordo com o comandante Ricardo Arlem, assim que os homens foram abordados pelos PMs, eles negaram a venda, mas depois confirmaram e trocaram acusações.
"Sheik"
Segundo a PM, o chaveiro revelou que Wellington era conhecido na região onde morava em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, pelo apelido de "Sheik", devido à barba longa que cultivou até dias antes do crime. Na carta que deixou na escola, Wellington não deu indicações de que seria muçulmano (leia carta na íntegra).
“Nós descobrimos esses dois homens porque um PM à paisana ouviu o vendedor comentar ao chaveiro, tá vendo aquela arma que te vendi, tá vendo como ela tava afiadinha?, olha o estrago que ela fez”, reproduziu o comandante.
O comandante contou ainda que os homens negaram vender as munições utilizadas por Wellington. A Divisão de Homicídios, que investiga o caso, tenta esclarecer se os dois homens têm realmente ligação com a venda do armamento.

Ana Júlia Freire
Ana Júlia foi encontrada morta na tarde de 07/08/17, dentro do seu quarto de bruços e com fio TV ao redor do pescoço. A principio se achava que a adolescente havia cometido suicídio, uma vez que o fio estava amarrado a maçaneta da porta, porém a policia constatou que a menina foi assassinada, pela posição que o corpo e também porque haviam 3 marcas de enforcamento o que não é comum em casos de suicídio. Ana Júlia não tinha histórico de uso de drogas e nem problemas psicológicos.
.A polícia acabou por descobrir que o assassino da adolescente foi um vizinho de apelido "Sapo". pelas câmeras de segurança da rua onde ocorreu o crime pode-se ver o assassino fugindo do local. Na delegacia ele confessou mas disse que foi por vingança ao cunhado da jovem, mas o delegado acredita que o verdadeiro motivo foi que ele tentou algo com a jovem que o recusou.
http://www.webdiario.com.br/noticia/14979/vizinho-e-preso-pelo-assassinato-de-menina-de
https://pt-br.facebook.com/portalr7/videos/caso-ana-j%C3%BAlia-vizinho-acusado-de-matar-jovem-de-13-anos-em-osasco-confessou-o-c/1390553184392929/
https://www.facebook.com/portalr7/videos/ana-julia-de-apenas-13-anos-foi-encontrada-morta-dentro-do-pr%C3%B3prio-quarto-em-osa/1388778417903739/
https://www.youtube.com/watch?v=UopTkDaiFMU
https://noticias.r7.com/sao-paulo/fotos/adolescente-e-achada-morta-com-fio-de-tv-enrolado-no-pescoco-09082017#!/foto/1
https://recordtv.r7.com/balanco-geral/videos/suspeito-de-invadir-casa-e-matar-adolescente-em-osasco-e-preso-21102018
.A polícia acabou por descobrir que o assassino da adolescente foi um vizinho de apelido "Sapo". pelas câmeras de segurança da rua onde ocorreu o crime pode-se ver o assassino fugindo do local. Na delegacia ele confessou mas disse que foi por vingança ao cunhado da jovem, mas o delegado acredita que o verdadeiro motivo foi que ele tentou algo com a jovem que o recusou.
http://www.webdiario.com.br/noticia/14979/vizinho-e-preso-pelo-assassinato-de-menina-de
https://pt-br.facebook.com/portalr7/videos/caso-ana-j%C3%BAlia-vizinho-acusado-de-matar-jovem-de-13-anos-em-osasco-confessou-o-c/1390553184392929/
https://www.facebook.com/portalr7/videos/ana-julia-de-apenas-13-anos-foi-encontrada-morta-dentro-do-pr%C3%B3prio-quarto-em-osa/1388778417903739/
https://www.youtube.com/watch?v=UopTkDaiFMU
https://noticias.r7.com/sao-paulo/fotos/adolescente-e-achada-morta-com-fio-de-tv-enrolado-no-pescoco-09082017#!/foto/1
https://recordtv.r7.com/balanco-geral/videos/suspeito-de-invadir-casa-e-matar-adolescente-em-osasco-e-preso-21102018

Ana Maria Fernandes de Oliveira
No feriado do dia 12.10.16, um motorista embriagado avançou sobre a faixa de pedestres da Av. Engenheiro Roberto Freire em Natal – RN, atropelando 3 pessoas que estavam atravessando a mesma no momento, as 3 pessoas sofreram ferimentos graves, mas a jovem Ana Maria Fernandes de Oliveira foi arremessada no ar o que fez seu quadro ser muito mais grave. A jovem de apenas 18 anos foi levada ao pronto socorro, mas faleceu no dia 15.10.16. O motorista em visível estado de embriaguez foi detido no local, mas foi solto sem fiança logo, mesmo tendo histórico de ter cometido outras infrações em estado igual.
Heytor Ramos Teixeira de Souza, o qual foi encaminhado a júri popular, por ter sido responsável, ao volante, pela morte de uma pessoa e ter assumido o risco em outras duas. Desta forma, o acusado foi pronunciado como incurso nas penas do artigo 121, combinado ao artigo 18 e artigo 121, combinado aos artigos 14 e 18, todos dispositivos do Código Penal - CP, e artigo 306 da Lei 9.503/97.
Segundo a denúncia, no dia 12 de outubro de 2016, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, zona sul de Nata, o acusado foi responsável pela morte de Ana Maria Fernandes de Oliveira, bem como tentou matar Leandro Rafael Pires dos Santos e Maria Richely Lima de Sales, assumindo o risco de produzir ambos os resultados, ao conduzir veículo automotor estando com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool e atropelar as vítimas.
O Ministério Público ainda ressalta que, no mesmo dia e hora, as vítimas, em um dado momento, acenaram para que os veículos que trafegavam parassem, a fim de atravessarem a via pela faixa de pedestres, no momento em que o veículo que trafegava na faixa da esquerda parou. Contudo, durante a travessia, foram atropeladas pelo veículo que era conduzido pelo denunciado, o qual trafegava com capacidade psicomotora alterada e não parou na faixa de pedestres.
A defesa de Heytor Ramos destacou que o fato pode ser interpretado como um homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e crimes de lesão corporal.
No entanto, para os desembargadores que integram o órgão julgador, o acusado assumiu o risco, já que estava acima da velocidade permitida, com capacidade motora alterada e por ser dia de chuva. "Tratava-se de uma faixa pedestre e dez ou 15 dias antes houve um acidente semelhante no local. Isso já deveria gerar precaução por parte dele", alerta o desembargador Saraiva Sobrinho, que também votou para que a demanda seja mesmo apreciada pelo júri popular, em data a ser confirmada.
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte
Indo a Júri Popular foi julgado por homicídio culposo, pelo código de transito e não pelo crime penal, a pena pelos 3 crimes foi de 3 anos 11 meses e 1 dia em regime aberto, não podendo se eleger a cargo eletivo e teve a carteira de motorista cassada por 1 ano apenas. Ou seja, teve nada de pena pelo que causou. Logico que mesmo tendo testemunhas afirmando seu estado de embriaguez, ele negou e colocou a culpa na chuva, na pista molhada, no limpador de para-brisa defeituoso, etc,,,,
O Detran de Natal modificou as placas de sinalização das proximidades da faixa de pedestres uns dias após o ocorrido, colocaram uma placa de velocidade mínima 30 km e outra no canteiro central indicando que em 100 metros tem uma faixa de pedestres, mas isso evita que motoristas embriagados façam o mesmo que este fez? Não mesmo o que evitaria seriam leis mais sevaras para estes casos.
Heytor Ramos Teixeira de Souza, o qual foi encaminhado a júri popular, por ter sido responsável, ao volante, pela morte de uma pessoa e ter assumido o risco em outras duas. Desta forma, o acusado foi pronunciado como incurso nas penas do artigo 121, combinado ao artigo 18 e artigo 121, combinado aos artigos 14 e 18, todos dispositivos do Código Penal - CP, e artigo 306 da Lei 9.503/97.
Segundo a denúncia, no dia 12 de outubro de 2016, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, zona sul de Nata, o acusado foi responsável pela morte de Ana Maria Fernandes de Oliveira, bem como tentou matar Leandro Rafael Pires dos Santos e Maria Richely Lima de Sales, assumindo o risco de produzir ambos os resultados, ao conduzir veículo automotor estando com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool e atropelar as vítimas.
O Ministério Público ainda ressalta que, no mesmo dia e hora, as vítimas, em um dado momento, acenaram para que os veículos que trafegavam parassem, a fim de atravessarem a via pela faixa de pedestres, no momento em que o veículo que trafegava na faixa da esquerda parou. Contudo, durante a travessia, foram atropeladas pelo veículo que era conduzido pelo denunciado, o qual trafegava com capacidade psicomotora alterada e não parou na faixa de pedestres.
A defesa de Heytor Ramos destacou que o fato pode ser interpretado como um homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e crimes de lesão corporal.
No entanto, para os desembargadores que integram o órgão julgador, o acusado assumiu o risco, já que estava acima da velocidade permitida, com capacidade motora alterada e por ser dia de chuva. "Tratava-se de uma faixa pedestre e dez ou 15 dias antes houve um acidente semelhante no local. Isso já deveria gerar precaução por parte dele", alerta o desembargador Saraiva Sobrinho, que também votou para que a demanda seja mesmo apreciada pelo júri popular, em data a ser confirmada.
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte
Indo a Júri Popular foi julgado por homicídio culposo, pelo código de transito e não pelo crime penal, a pena pelos 3 crimes foi de 3 anos 11 meses e 1 dia em regime aberto, não podendo se eleger a cargo eletivo e teve a carteira de motorista cassada por 1 ano apenas. Ou seja, teve nada de pena pelo que causou. Logico que mesmo tendo testemunhas afirmando seu estado de embriaguez, ele negou e colocou a culpa na chuva, na pista molhada, no limpador de para-brisa defeituoso, etc,,,,
O Detran de Natal modificou as placas de sinalização das proximidades da faixa de pedestres uns dias após o ocorrido, colocaram uma placa de velocidade mínima 30 km e outra no canteiro central indicando que em 100 metros tem uma faixa de pedestres, mas isso evita que motoristas embriagados façam o mesmo que este fez? Não mesmo o que evitaria seriam leis mais sevaras para estes casos.

Anderson Thiago Rodrigues Campeoti
É triste e doloroso pra mim, mas para que saibam o porquê do movimento, segue abaixo o resumo do ocorrido:
No dia 14 de dezembro de 2017, meu filho estava trabalhando na FELIZ FARMA, uma drogaria localizada no Jd das maravilhas na divisa de Santo André com São Paulo. Por volta das 12:20h entra um jovem aparentemente para fazer compras, mas logo anunciou o assalto rendendo meu filho e mais um funcionário. Deu uma coronhada na cabeça do meu filho e fez ele e seu colega deitarem no chão atrás do balcão enquanto apalpava suas roupas na tentativa de achar um celular. Logo convidou meu filho para ir até o fundo da loja onde lá também se encontrava outra funcionária. Esse por sua vez pegou também o celular da moça, os fez ajoelhar e depois disso, mesmo com os celulares em seu poder, atirou sem piedade na cabeça do meu filho.
Receber essa notícia, foi a pior dor da minha vida!
Meu lindo foi levado para o hospital Santa Casa de Santo André e passou por uma cirurgia que durou pouco mais de duas horas.
Eu muito apreensiva e com a esperança de que a bala tivesse pego só de raspão, chorava e rezava pra isso, quando a médica neurocirurgiã saiu e falou:
"-Só limpei e fechei...
Porque o seu filho estava ajoelhado e a bala pegou do alto da cabeça no canto esquerdo e percorreu até o ouvido direito estourando o tímpano. A temperatura da bala é tão alta que por onde passa destrói tudo. A arma mãe, provavelmente é antiga porque não tinha bala na cabeça do seu filho, tinha mais de sessenta fragmentos, ou seja, a bala explodiu dentro da cabeça do seu filho, fazendo com que parte do cérebro saísse para fora..." aí eu virei às costas para a médica e não quis ouvir mais nada.
Imagino que para as pessoas que estão lendo essas palavras está sendo chocante...agora imagina uma mãe que carregou esse filho nove meses em seu ventre, cuidou, educou, ensinou o que ela tinha de melhor a oferecer, viu esse bebê se tronar um exemplo de homem...trabalhador, honesto, responsável, amigo, irmão maravilhoso, filho extraordinário e pouco antes de ele completar 26 anos, no auge da sua vida, cursando faculdade de farmácia, se esforçando, conquistando suas coisinhas como sempre sonhou...imagina uma mãe ouvir essas palavras de forma fria e técnica...
Meu filho permaneceu no hospital por quatro dias para sua despedida. Ficou respirando por aparelhos onde podemos ficar pertinho dele, sentir sua presença, mesmo que inconsciente.
No quarto dia 18/12, o coraçãozinho dele parou e ele nos deixou.
Lindo, quase 1,90 m de altura, cheio de saúde, sorriso incrível, tímido e amoroso, foi tirado de mim por um " menor de 17 anos".
A minha dor é minha e única, mas posso garantir que minha força vem desta luta por justiça e mais amor no mundo!
Que sejam vetadas as leis das “saidinhas”, “ficha limpa”, indulto e maioridade penal.
Crime é crime independente da idade.
Acredito no AMOR, esse sentimento sublime que é capaz de levantar uma mãe da cama todos os dias mesmo faltando um pedaço, mas também acredito que só teremos um país melhor e mais digno para viver, se existir disciplina e leis efetivas contra a criminalidade e a violência.
Veronica - mãe do Anderson
No dia 14 de dezembro de 2017, meu filho estava trabalhando na FELIZ FARMA, uma drogaria localizada no Jd das maravilhas na divisa de Santo André com São Paulo. Por volta das 12:20h entra um jovem aparentemente para fazer compras, mas logo anunciou o assalto rendendo meu filho e mais um funcionário. Deu uma coronhada na cabeça do meu filho e fez ele e seu colega deitarem no chão atrás do balcão enquanto apalpava suas roupas na tentativa de achar um celular. Logo convidou meu filho para ir até o fundo da loja onde lá também se encontrava outra funcionária. Esse por sua vez pegou também o celular da moça, os fez ajoelhar e depois disso, mesmo com os celulares em seu poder, atirou sem piedade na cabeça do meu filho.
Receber essa notícia, foi a pior dor da minha vida!
Meu lindo foi levado para o hospital Santa Casa de Santo André e passou por uma cirurgia que durou pouco mais de duas horas.
Eu muito apreensiva e com a esperança de que a bala tivesse pego só de raspão, chorava e rezava pra isso, quando a médica neurocirurgiã saiu e falou:
"-Só limpei e fechei...
Porque o seu filho estava ajoelhado e a bala pegou do alto da cabeça no canto esquerdo e percorreu até o ouvido direito estourando o tímpano. A temperatura da bala é tão alta que por onde passa destrói tudo. A arma mãe, provavelmente é antiga porque não tinha bala na cabeça do seu filho, tinha mais de sessenta fragmentos, ou seja, a bala explodiu dentro da cabeça do seu filho, fazendo com que parte do cérebro saísse para fora..." aí eu virei às costas para a médica e não quis ouvir mais nada.
Imagino que para as pessoas que estão lendo essas palavras está sendo chocante...agora imagina uma mãe que carregou esse filho nove meses em seu ventre, cuidou, educou, ensinou o que ela tinha de melhor a oferecer, viu esse bebê se tronar um exemplo de homem...trabalhador, honesto, responsável, amigo, irmão maravilhoso, filho extraordinário e pouco antes de ele completar 26 anos, no auge da sua vida, cursando faculdade de farmácia, se esforçando, conquistando suas coisinhas como sempre sonhou...imagina uma mãe ouvir essas palavras de forma fria e técnica...
Meu filho permaneceu no hospital por quatro dias para sua despedida. Ficou respirando por aparelhos onde podemos ficar pertinho dele, sentir sua presença, mesmo que inconsciente.
No quarto dia 18/12, o coraçãozinho dele parou e ele nos deixou.
Lindo, quase 1,90 m de altura, cheio de saúde, sorriso incrível, tímido e amoroso, foi tirado de mim por um " menor de 17 anos".
A minha dor é minha e única, mas posso garantir que minha força vem desta luta por justiça e mais amor no mundo!
Que sejam vetadas as leis das “saidinhas”, “ficha limpa”, indulto e maioridade penal.
Crime é crime independente da idade.
Acredito no AMOR, esse sentimento sublime que é capaz de levantar uma mãe da cama todos os dias mesmo faltando um pedaço, mas também acredito que só teremos um país melhor e mais digno para viver, se existir disciplina e leis efetivas contra a criminalidade e a violência.
Veronica - mãe do Anderson

André Rocha Bicca
André da Rocha Bicca, 17 anos, morreu após o envolvimento em uma briga, em um posto de gasolina, com Humberto Flores Shardong, 19 anos, Porto alegre-RS, em 08/03/2003.
"Volvo", como é conhecido Schardong, foi indiciado pela Polícia por lesões corporais seguidas de morte de André da Rocha Bicca, mas o promotor de Justiça Ubaldo Flores, com atuação perante à 9ª Vara Criminal, optou pela remessa do inquérito policial à 2ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Alegre, por entender que no caso em exame, a avaliação quanto à caracterização, ou não, de crime doloso contra a vida era atribuição da Promotoria com atuação perante à Vara do Júri.
O Tribunal do Júri condenou Humberto Schardong em 09/08/2005. André da Rocha Bicca, 17 anos, foi morto em 08/03/2003, após luta corporal com o condenado, no avarandado da loja de conveniências do posto BR, na Av. Nilo Peçanha. A discussão teria iniciado porqueAndré da Rocha Bicca havia "ficado" com uma ex-namorada de Humberto. Depoimentos de testemunhas comprovaram que, apesar do desfalecimento da vítima, após queda de ambos em uma escada, Schardong continuou a agredi-la, desferindo-lhe socos e pontapés.
A pena designada a Humberto Flores Schardong foi de 12 anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado pelo o homicídio de André da Rocha Bicca.
"Volvo", como é conhecido Schardong, foi indiciado pela Polícia por lesões corporais seguidas de morte de André da Rocha Bicca, mas o promotor de Justiça Ubaldo Flores, com atuação perante à 9ª Vara Criminal, optou pela remessa do inquérito policial à 2ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Alegre, por entender que no caso em exame, a avaliação quanto à caracterização, ou não, de crime doloso contra a vida era atribuição da Promotoria com atuação perante à Vara do Júri.
O Tribunal do Júri condenou Humberto Schardong em 09/08/2005. André da Rocha Bicca, 17 anos, foi morto em 08/03/2003, após luta corporal com o condenado, no avarandado da loja de conveniências do posto BR, na Av. Nilo Peçanha. A discussão teria iniciado porqueAndré da Rocha Bicca havia "ficado" com uma ex-namorada de Humberto. Depoimentos de testemunhas comprovaram que, apesar do desfalecimento da vítima, após queda de ambos em uma escada, Schardong continuou a agredi-la, desferindo-lhe socos e pontapés.
A pena designada a Humberto Flores Schardong foi de 12 anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado pelo o homicídio de André da Rocha Bicca.

Arnaldo Martino Dobscha
Arnaldo, uma pessoa linda, especial, iluminada! Saudável, cheio de vida, de planos... Amado e respeitado por todos. Um filho e pai exemplar. Morre aos 37 anos vítima de negligência médica num hospital em Divinópolis-MG. Chegou infartado no hospital após esforço físico em futebol e foi avaliado pelo porte físico, foi deixado numa observação por uma hora até morrer, sozinho!
E isto acontece todos os dias e até quando??
"Basta com os erros médicos"
Está na câmara dos deputados o Projeto de Lei 6867/2010 que visa avaliação dos profissionais de saúde.
A ligação é gratuita 0800 619-619. Ligue e nos ajude nessa luta que é de todos nós.
E isto acontece todos os dias e até quando??
"Basta com os erros médicos"
Está na câmara dos deputados o Projeto de Lei 6867/2010 que visa avaliação dos profissionais de saúde.
A ligação é gratuita 0800 619-619. Ligue e nos ajude nessa luta que é de todos nós.

Arthur Lourenço Alcaide Miquelan
Era feriado e Arthur que trabalhava a semana toda, resolveu ir encontrar com os amigos, antes do almoço no campinho próximo de sua casa, para empinar PIPA. Quando de repente a pipa se soltou indo em direção a uma trilha. Arthur foi atrás e foi brutalmente atacado por policiais que ali estavam e que começaram a atirar. Os seus amigos correram do local, mas ele, que estava com fone de ouvidos, correndo e olhando pra cima, não ouviu os tiros e nem prestou atenção aos policiais.
Um dos amigos conta que de longe e escondido, viu quando Arthur foi atingido na perna e começou a gritar: - Socorro, eu não sou ladrão! - Eu trabalho! - Por favor, chame a minha mãe, eu moro aqui na rua, ela lhe mostra os meus documentos!
Mesmo assim, os policiais continuaram a torturá-lo e xingá-lo com palavrões. Ao todo eram 6 PMs, depois das torturas e xingamentos, os policiais lhe deram mais 3 tiros e jogaram o seu corpo num buraco próximo a trilha! Essa testemunha está sob sigilo e ainda em choque ao lembrar do ocorrido! Na região aconteceram outros crimes na mesma característica deste e por isso existem fortes indícios de ser um grupo de extermínio.
Arthur foi covardemente assassinado e teve o celular e sua corrente de ouro do pescoço, roubados pelos policias da força tatica. Seu unico crime foi estava simplesmente brincado, porque apesar de ser alto era um menino sem maldade no coração e morreu com um pacote de bolachas na mão.
Arthur, jovem, trabalhador, estudioso e filho único!
Um dos amigos conta que de longe e escondido, viu quando Arthur foi atingido na perna e começou a gritar: - Socorro, eu não sou ladrão! - Eu trabalho! - Por favor, chame a minha mãe, eu moro aqui na rua, ela lhe mostra os meus documentos!
Mesmo assim, os policiais continuaram a torturá-lo e xingá-lo com palavrões. Ao todo eram 6 PMs, depois das torturas e xingamentos, os policiais lhe deram mais 3 tiros e jogaram o seu corpo num buraco próximo a trilha! Essa testemunha está sob sigilo e ainda em choque ao lembrar do ocorrido! Na região aconteceram outros crimes na mesma característica deste e por isso existem fortes indícios de ser um grupo de extermínio.
Arthur foi covardemente assassinado e teve o celular e sua corrente de ouro do pescoço, roubados pelos policias da força tatica. Seu unico crime foi estava simplesmente brincado, porque apesar de ser alto era um menino sem maldade no coração e morreu com um pacote de bolachas na mão.
Arthur, jovem, trabalhador, estudioso e filho único!

Aryane Thais Carneiro de Azevedo
*30.08.1988 +15.04.2010
O crime, ocorrido em 15 de abril de 2010, chocou a população de João Pessoa pelas circunstâncias em que foi cometido. A estudante Aryane foi encontrada às margens da BR-230, sem a blusa e com o zíper da calça aberto. Com ela, um exame confirmando a gravidez da jovem. Após realização de perícia, ficou constatado que o condenado seria o pai.
Luiz Paes era ex-namorado de Aryane Thaís
UV União de Vítimas Não solte a minha Mão!
O crime, ocorrido em 15 de abril de 2010, chocou a população de João Pessoa pelas circunstâncias em que foi cometido. A estudante Aryane foi encontrada às margens da BR-230, sem a blusa e com o zíper da calça aberto. Com ela, um exame confirmando a gravidez da jovem. Após realização de perícia, ficou constatado que o condenado seria o pai.
Luiz Paes era ex-namorado de Aryane Thaís
UV União de Vítimas Não solte a minha Mão!

Atyla Arruda Barbosa
Minha filha Atyla Arruda Barbosa colocou um anúncio no facebook que estava procurando um trabalho na área de técnica em segurança do trabalho. Sergio e sua esposa Simone mandaram solicitação para ela prometendo emprego em uma transportadora, minha Filha foi na casa deste casal acreditando que teria um trabalho pois estava precisando muito. Mas ao chegar lá foi mantida em cárcere privado, estrupada e assassinada. Seu corpo foi jogado no mar. Nos exames feitos pós autopsia encontraram vestígios de consumo de remédios para epilepsia, sonífero e álcool.
Mataram minha filha por dinheiro, ela estava gravida de cinco mês. O casal esta preso, passou pela primeira audiência dia 28 de novembro de 2018. Passa agora a aguardar o júri popular. Só nos resta orar e pedir a Deus para que eles paguem por tudo que fizeram. Pois foi cruelmente planejado passo a passo tudo o que fizeram. -Diz a mãe de Atyla.
A auxiliar de serviços gerais Selmair Arruda de Moraes, de 44 anos, mãe da técnica em segurança Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, afirma que a filha, antes de ser morta, foi estuprada e mantida em cárcere privado na casa dos patrões, um casal, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Os dois foram presos pela polícia suspeitos de matarem a garota para ficar com o seguro de vida dela.
A polícia acreditava que Atyla, a princípio, havia sido vítima de afogamento em junho, em uma praia de Mongaguá, cidade vizinha. Os investigadores da Polícia Civil, entretanto, descobriram que a jovem foi morta propositalmente para que o casal pudesse receber R$ 260 mil de indenização de um seguro de vida feito em nome dela, que estava grávida.
Para a polícia, o patrão é o pai da criança e o próprio assassino: um homem de 47 anos, que teria cometido o crime com o consentimento da esposa, de 41. De acordo com os investigadores, ambos, na verdade, exploravam a garota, mas se apresentaram aos policiais como padrinhos dela, reafirmaram o acidente no mar e alegaram cuidar de Atyla desde janeiro.
Selmair contou ao G1 que a filha saiu de casa, em Aparecida de Goiânia (GO), em busca de uma oportunidade de emprego. Por intermédio de uma amiga, a técnica soube de uma vaga de trabalho em uma transportadora, no litoral paulista, oferecida pelo casal. Os dois também possibilitariam um lugar para que ela pudesse morar.
A mãe explica que não queria que a Atyla fosse para Itanhaém, mas a filha insistiu em querer trabalhar para poder ajudar a família. "Ela ficou muito depressiva e triste depois que a gente perdeu tudo, financeiramente falando. Ela falava: ‘mamãe, eu vou, sim, porque quero ajudar a senhora'", lembra a auxiliar de serviços gerais.
A mudança ocorreu no início de janeiro e as duas mantiveram contato ao longo dos meses por meio de telefone e redes sociais. Algumas ligações chamaram a atenção de Selmair pelo fato dela ouvir ao fundo, enquanto conversava com a filha, alguém induzido a jovem a falar "algo genérico". "Não era minha filha ali. Ela estava sendo controlada", diz.
A preocupação maior ocorreu quando as duas perderam contato em 2 de julho, um dia antes do suposto acidente na praia. Selmair não conseguiu mais falar com a filha por semanas, apesar da insistência, e pediu dinheiro emprestado para familiares para viajar e tentar localizá-la pessoalmente, em Itanhaém, onde chegou somente em 24 de julho.
"Fui à delegacia, dei o nome do casal e puxaram vários papéis. Quando falei da minha filha, surgiu uma foto na tela do delegado. Quinze minutos depois, disseram-me que ela estava morta", conta. No boletim de ocorrência, o casal de patrões se intitulava padrinhos da jovem, mas a mãe disse que não os conhecia.
A diferença nas informações motivou os policiais a esclarecerem o que, de fato, havia acontecido. “A polícia achou, na casa deles, pelo menos três documentos em nome da mulher atestando o recebimento de apólices de seguro em nome de terceiros, além da que tinha em nome da minha filha, avaliada em R$ 260 mil”, conta.
Para os investigadores, o crime foi esclarecido ali. A jovem, que sonhava em ser advogada, foi morta para que ambos pudessem ganhar a indenização. Foi a própria mulher, a suposta madrinha, que fez o seguro, pago somente em caso de acidentes, e esperou o fim do tempo de carência para cometer o crime.
A polícia suspeita que tenha sido o patrão da jovem que a afogou na praia em meio a um nevoeiro. Os investigadores acreditam, ainda, que ele seja o pai do bebê que a Atyla esperava, na ocasião do afogamento. O laudo no Instituto Médico Legal (IML) atestou que ela foi morta no terceiro mês de gestação.
"Tudo indica que a minha filha era violentada sexualmente por ele. Ela era mantida em cárcere privado. Foi comprovado que nenhum vizinho próximo a via na rua. A gravidez é certeza, sim, e vão fazer exame de DNA [material genético] para ver se era mesmo dele, mas a polícia me disse que ele mesmo já se entregou", explica. As informações foram confirmadas ao G1 pelas autoridades.
As provas colhidas pela polícia sustentaram um pedido de prisão temporária, válida por 30 dias, à Justiça. A solicitação foi acatada e a ordem cumprida na sexta-feira (17). O casal foi encaminhado à Delegacia Sede de Mongaguá, onde foi ouvido e levado à Cadeia Pública. Os nomes deles não foram divulgados.
“A Atyla era minha amiga, companheira. Sempre estudou, sonhou. Nunca deu trabalho. Que isso sirva de alerta aos pais para zelarem pelos filhos. O mundo está aí oferecendo tudo aquilo que não podemos dar. Prometeram uma vida melhor para minha filha e não cumpriram. Jamais a terei de volta", desabafou a mãe.
A Polícia Civil informou que manteve o nome do casal em sigilo para não atrapalhar as investigações, que agora concentram-se em outras possíveis vítimas dos dois. Na casa deles, foram encontrados documentos de outras apólices de seguro que davam direito de receber indenizações de terceiros, não parentes.
Mataram minha filha por dinheiro, ela estava gravida de cinco mês. O casal esta preso, passou pela primeira audiência dia 28 de novembro de 2018. Passa agora a aguardar o júri popular. Só nos resta orar e pedir a Deus para que eles paguem por tudo que fizeram. Pois foi cruelmente planejado passo a passo tudo o que fizeram. -Diz a mãe de Atyla.
A auxiliar de serviços gerais Selmair Arruda de Moraes, de 44 anos, mãe da técnica em segurança Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, afirma que a filha, antes de ser morta, foi estuprada e mantida em cárcere privado na casa dos patrões, um casal, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Os dois foram presos pela polícia suspeitos de matarem a garota para ficar com o seguro de vida dela.
A polícia acreditava que Atyla, a princípio, havia sido vítima de afogamento em junho, em uma praia de Mongaguá, cidade vizinha. Os investigadores da Polícia Civil, entretanto, descobriram que a jovem foi morta propositalmente para que o casal pudesse receber R$ 260 mil de indenização de um seguro de vida feito em nome dela, que estava grávida.
Para a polícia, o patrão é o pai da criança e o próprio assassino: um homem de 47 anos, que teria cometido o crime com o consentimento da esposa, de 41. De acordo com os investigadores, ambos, na verdade, exploravam a garota, mas se apresentaram aos policiais como padrinhos dela, reafirmaram o acidente no mar e alegaram cuidar de Atyla desde janeiro.
Selmair contou ao G1 que a filha saiu de casa, em Aparecida de Goiânia (GO), em busca de uma oportunidade de emprego. Por intermédio de uma amiga, a técnica soube de uma vaga de trabalho em uma transportadora, no litoral paulista, oferecida pelo casal. Os dois também possibilitariam um lugar para que ela pudesse morar.
A mãe explica que não queria que a Atyla fosse para Itanhaém, mas a filha insistiu em querer trabalhar para poder ajudar a família. "Ela ficou muito depressiva e triste depois que a gente perdeu tudo, financeiramente falando. Ela falava: ‘mamãe, eu vou, sim, porque quero ajudar a senhora'", lembra a auxiliar de serviços gerais.
A mudança ocorreu no início de janeiro e as duas mantiveram contato ao longo dos meses por meio de telefone e redes sociais. Algumas ligações chamaram a atenção de Selmair pelo fato dela ouvir ao fundo, enquanto conversava com a filha, alguém induzido a jovem a falar "algo genérico". "Não era minha filha ali. Ela estava sendo controlada", diz.
A preocupação maior ocorreu quando as duas perderam contato em 2 de julho, um dia antes do suposto acidente na praia. Selmair não conseguiu mais falar com a filha por semanas, apesar da insistência, e pediu dinheiro emprestado para familiares para viajar e tentar localizá-la pessoalmente, em Itanhaém, onde chegou somente em 24 de julho.
"Fui à delegacia, dei o nome do casal e puxaram vários papéis. Quando falei da minha filha, surgiu uma foto na tela do delegado. Quinze minutos depois, disseram-me que ela estava morta", conta. No boletim de ocorrência, o casal de patrões se intitulava padrinhos da jovem, mas a mãe disse que não os conhecia.
A diferença nas informações motivou os policiais a esclarecerem o que, de fato, havia acontecido. “A polícia achou, na casa deles, pelo menos três documentos em nome da mulher atestando o recebimento de apólices de seguro em nome de terceiros, além da que tinha em nome da minha filha, avaliada em R$ 260 mil”, conta.
Para os investigadores, o crime foi esclarecido ali. A jovem, que sonhava em ser advogada, foi morta para que ambos pudessem ganhar a indenização. Foi a própria mulher, a suposta madrinha, que fez o seguro, pago somente em caso de acidentes, e esperou o fim do tempo de carência para cometer o crime.
A polícia suspeita que tenha sido o patrão da jovem que a afogou na praia em meio a um nevoeiro. Os investigadores acreditam, ainda, que ele seja o pai do bebê que a Atyla esperava, na ocasião do afogamento. O laudo no Instituto Médico Legal (IML) atestou que ela foi morta no terceiro mês de gestação.
"Tudo indica que a minha filha era violentada sexualmente por ele. Ela era mantida em cárcere privado. Foi comprovado que nenhum vizinho próximo a via na rua. A gravidez é certeza, sim, e vão fazer exame de DNA [material genético] para ver se era mesmo dele, mas a polícia me disse que ele mesmo já se entregou", explica. As informações foram confirmadas ao G1 pelas autoridades.
As provas colhidas pela polícia sustentaram um pedido de prisão temporária, válida por 30 dias, à Justiça. A solicitação foi acatada e a ordem cumprida na sexta-feira (17). O casal foi encaminhado à Delegacia Sede de Mongaguá, onde foi ouvido e levado à Cadeia Pública. Os nomes deles não foram divulgados.
“A Atyla era minha amiga, companheira. Sempre estudou, sonhou. Nunca deu trabalho. Que isso sirva de alerta aos pais para zelarem pelos filhos. O mundo está aí oferecendo tudo aquilo que não podemos dar. Prometeram uma vida melhor para minha filha e não cumpriram. Jamais a terei de volta", desabafou a mãe.
A Polícia Civil informou que manteve o nome do casal em sigilo para não atrapalhar as investigações, que agora concentram-se em outras possíveis vítimas dos dois. Na casa deles, foram encontrados documentos de outras apólices de seguro que davam direito de receber indenizações de terceiros, não parentes.

Barbra Amorim Lacerda
O crime aconteceu em 2021 e vitimou Barbra Amorim Lacerda, de 32 anos; acusado não aceitava o fim do relacionamento
O crime, que vitimou Barbra Amorim Lacerda, de 32 anos, ocorreu à luz do dia, próximo das 17h, no bairro Itaum, zona sul da cidade.

Bernardo de Araujo Costa Ferreira
Caso Bernardo de Araújo Costa Ferreira
Jovem desaparece logo após ter casa invadida por criminosos na Região Oceânica em Niterói
Ele foi colocado dentro de um veículo e não foi visto mais.
Familiares e amigos de Bernardo de Araújo Costa Ferreira, de 21 anos, procuraram informações que possam levar ao paradeiro do produtor musical, que desapareceu na última sexta-feira (4), logo depois de ter sua casa invadida por criminosos no Engenho do Mato, Região Oceânica em Niterói. Um corpo encontrado pela polícia em um valão pode ser do jovem.
Segundo os parentes do jovem, ele estava acompanhado de um amigo, quando os criminosos invadiram sua residência, que fica na Rua Dez, no Engenho do Mato, os ladrões começaram a roubar pertences, enquanto a ação acontecia, os bandidos mantiveram Bernardo sentado no chão de sua casa e logo depois o colocaram dentro de um veículo e fugiram não dando nenhuma pista do destino.
“O que ficamos sabendo é que criminosos armados invadiram a casa do Bernardo e levaram tudo da residência dele. Após roubarem os pertences, colocaram ele dentro de um veículo e sumiram. Desde então, já percorremos diversos hospitais e no Instituto Médico Legal (IML) e não o encontramos. Só queremos ele de volta pra casa. Essa falta de informações acaba nos deixando muito confusos e com medo do pior”, disse um familiar que não se identificou.

Bianca Ribeiro Consoli
*29/02/92 +13/09/11
A estudante de Finanças, Bianca Ribeiro Consoli, 19 anos, foi encontrada morta por um sobrinho em sua casa, na zona leste de São Paulo, na noite de 13 de setembro de 2011. Ela tinha um saco plástico na garganta e marcas de enforcamento no pescoço. Uma tesoura que não seria da família também foi encontrada no local do crime. A Polícia Científica identificou sinais de luta na casa , com parte dos móveis revirados.
Segundo a polícia, o pescoço da universitária tinha vários arranhões e manchas roxas. A testa dela também estava ferida, possivelmente por uma faca. A mãe da adolescente contou aos investigadores que a filha não tinha esse ferimento.
De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a mãe e o padrasto da jovem estavam trabalhando no momento do crime. A tia da estudante, que mora numa casa vizinha, estranhou ao ver as janelas da casa abertas com todas as luzes acesas e os televisores ligados.
Quando a mãe de Bianca chegou ao local, a porta estava trancada e ela pediu para que um primo da jovem pulasse o muro. O menino, de dez anos, foi quem encontrou Bianca morta na sala. O Corpo de Bombeiros foi acionado e ainda tentou reanimar a jovem, sem sucesso.
Marta Ribeiro, mãe da estudante Bianca Ribeiro Consoli, disse acreditar que a filha morreu porque reconheceu a pessoa que invadiu o imóvel, na zona leste de São Paulo. De acordo com Marta, na casa havia vários objetos de valor que não foram levados.
- Em cima da mesa da cozinha tinha um notebook. No quarto, tinha televisão e não levaram nada. Eu creio que entraram mesmo para fazer essa maldade com ela.
As primeiras suspeitas da polícia indicavam que Bianca teria sido surpreendida no caminho da academia pois ela usava roupas de ginástica no momento do crime. Por isso, a recepcionista do estabelecimento deve prestar depoimento na quinta-feira (15/09).
O tio da estudante também disse acreditar que o assassino era uma pessoa conhecida, pois não havia sinais de arrombamento na casa. Antes do crime, segundo informações da polícia, a garota conversou com amigos pela internet e não demonstrou haver problemas em casa, o que reforça a hipótese de que o autor do crime invadiu a casa com ela lá dentro.
A última conversa entre Bianca e a tia, Eliane Consoli, foi às 13h41 de segunda-feira. "Nós conversávamos sempre pelo Facebook e naquele dia ela me disse que ia para a academia. A última palavra que postou foi Deus", lembra-se a tia, emocionada.
Bianca, segundo as primas Viviane Flávia Ribeiro e Kelly Ribeiro da Silva, era uma pessoa alegre e sem inimigos. O sonho dela era passar no concurso para trabalhar no Banco do Brasil. O dinheiro da inscrição e o boleto ainda estavam na bolsa dela porque não teve tempo de pagar.
"Ela estava muito feliz porque havia conseguido emprego na Avenida Paulista e ia começar a trabalhar na próxima segunda-feira(19/09). À noite cursava o segundo semestre de finanças na Faculdade Anhanguera", conta Kelly.
Viviane afirma que a prima namorava havia oito meses e gostava muito do rapaz. "Ele está inconsolável. Já esteve duas vezes na casa dos meus tios, mas passou mal", comenta.
O ex-namorado de Bianca também é considerado "excelente" pela família. "Todos se encantavam com a beleza dela, mas nunca teve inimizades por isso nem foi ameaçada", diz Viviane.
O cunhado de Bianca, que pediu anonimato, contou que a menina não tinha inimigos. Ela morava com a mãe e o padrasto, que chegou a esmurrar um dos vidros da casa ao vê-la morta.
Pouco antes de morrer, Bianca Consoli chegou a postar em sua página de uma rede social da internet uma música religiosa que tinha o nome de Deus. Ela também conversou pela internet com duas amigas, sem mostrar nervosismo ou indicar que estivesse com problemas.
A adolescente Bianca Ribeiro Consoli foi enterrada por volta das 9h30 de quinta-feira (15/09) no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Santo André. O corpo da jovem foi velado no mesmo local.
O laudo do IML (Instituto Médico Legal), assinado pela médica Angélica de Almeida, aponta como causa da morte asfixia mecânica.
O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa)
A polícia tem indícios de que o assassino da universitária Bianca Ribeiro Consoli seria uma pessoa muito próxima da família.
"Já suspeitávamos que se trata de alguém conhecido, porque não havia sinais de arrombamento na casa e também nada foi roubado. Mas quem tem de dar nomes é a polícia, não nós", diz o tio e padrinho de Bianca, Luiz de Brito Bicudo.
O tio de Bianca está convencido de que o assassino tinha cópia da chave da casa. "Só três pessoas tinham essa chave: minha sobrinha, a mãe dela e o padrasto. As três estão lá. Por isso, acredito que exista uma quarta chave porque a casa estava trancada", comenta.
Segundo a perícia, Bianca lutou com o assassino. Sob as unhas dela havia fragmentos de pele, que podem revelar a identidade do criminoso. Os peritos também recolheram tufo de cabelo da garota e uma tesoura, que não era da casa, abandonada junto ao portão.
O delegado Maurício Guimarães Pereira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, diz que várias testemunhas foram ouvidas, entre elas o namorado de Bianca, Bruno Barranco, o ex e um cunhado, Sandro Dota.
Muita emoção na missa de 7º dia
A missa da jovem Bianca Ribeiro Consoli, assassinada, no último dia 13/09, foi realizada no dia 19/09 às 19:30h na Paróquia Senhor do Bonfim - Rua Oratório, 1458 - Parque das Nações - Santo André - SP.
Os pais do menino Ives Ota, Keiko Ota e Masataka Ota, estiveram presentes para prestar solidariedade à família da jovem. Também estavam presentes Klaiton Simão, pai da Fernanda Cristina Simão, que foi assassinada em 2008 e o caso continua impune e Sandra Domingues, voluntária do Movimento Gabriela Sou da Paz, que acompanha e luta por justiça para casos de impunidade.
Familiares e amigos da jovem Bianca Consoli, emocionados, acompanharam o discurso feito por Priscila Neres Maciel, amiga de Bianca, que após ler a homenagem entregou uma cópia da mensagem, com uma foto de Bianca, à mãe, irmã e irmão da jovem assassinada.
Klaiton Luis Ferreti Simão, pai da jovem Fernanda Cristina Simão assassinada em abril de 2008, cujo caso continua impune, estava presente e fez questão de prestar solidariedade à família de Bianca. Relatou a importância que teve para ele a presença, na missa de 7º dia de sua filha., do casal Ota, pais do menino Ives Ota sequestrado e assassinado em 1997 por um segurança da família, e do Ari Friendenbach, pai da jovem Liana Friedenbach, assassinada em 2003, pelo "menor" Champinha.
Segundo Klaiton, o conforto que recebeu dessas famílias, que sofreram na pele a mesma dor que ele, foi fundamental para que pudesse seguir adiante e até hoje está na luta por Justiça. E da mesma forma como foi confortado, procura fazer isso para outros pais, vítimas de violência. Leva uma mensagem de conforto e de esperança. O caso Fernanda aconteceu em 2008 e não teve repercussão alguma...porém a luta por Justiça continua!
A Procuradoria-Geral de Justiça designou, na segunda-feira (19/09), o promotor Antonio Nobre Folgado para acompanhar as investigações do assassinato da estudante Bianca Ribeiro Consoli.
As investigações estão sendo realizadas pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), que está colhendo depoimentos dos parentes mais próximos da estudante.
A polícia pediu exame de DNA de dois investigados no caso da morte da universitária Bianca Consoli. De um dos investigados, a coleta de material genética já foi feita no Instituto Médico Legal de São Paulo. O DNA será comaparado com as amostras de pele do assassino, que foram encontradas nas unhas de Bianca.
Cinco pessoas investigadas foram convidadas a fazer exame de DNA para confrontar o resultado com o material encontrado sob as unhas de Bianca, entre elas o cunhado da estudante, o motoboy Sandro Dota. Apontado pela família da jovem como o principal suspeito do crime, Sandro é o único que ainda não fez o teste.
O advogado do motoboy, Ricardo Martins, afirma que seu cliente não está se negando a fazer o exame, mas apenas esperando o laudo do material recolhido de Bianca ser anexado ao inquérito. “O Sandro comprometeu-se por escrito no DHPP a doar material para o teste assim que sair o resultado. Ele não pode se submeter a mais um constrangimento desnecessário”, diz.
A família de Bianca não se conforma com a decisão. Bastante emocionada, a mãe da estudante faz um apelo ao genro: “Se ele não fez nada, que forneça de uma vez o material para o exame e acabe com essa tortura”, questiona. Segundo Marta, a incerteza está separando a família. “Já perdi a Bianca e minha outra filha (Daiana, mulher de Sandro) se afastou de mim e proibiu meus netos de virem à minha casa. Até ao telefone ela só fala comigo em viva voz porque o marido não deixa. Todo nosso sofrimento está ao redor do Sandro”, lamenta.
Daiana defende o marido e afirma estar disposta a enfrentar a família toda para provar a inocência de Sandro
A Policia Civil prendeu no inicio da noite de segunda-feira (12/12) Sandro Dota por suspeita de ter assassinado a jovem Bianca Consoli
Segundo o promotor do caso, Antonio Nobre Folgado, um dos laudos comprovaram que o sangue que Bianca tinha embaixo das unhas é o mesmo que Dota tinha na calça que usava no dia do crime. Folgado pediu a prisão preventiva na Justiça e denunciou Dota por homicídio triplamente qualificado.
A defesa de Sandro Dota, suspeito de assassinar a cunhada Bianca Consoli, entrou com um pedido de liberdade na Justiça, no dia 16/12/2011. O habeas corpus, segundo o advogado Ricardo Martins, foi apresentado no Tribunal de Justiça de São Paulo. O Habeas Corpus foi negado em janeiro de 2012.
De acordo com o delegado Maurício Guimarães do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), o motoboy era usuário de drogas e frequentou uma clínica de recuperação. O suspeito já tem passagem pela polícia por furto.
Dota prestou depoimento e, segundo o delegado Alberto Pereira Matheus Junior, que coordenou o inquérito do caso, ele se mostrou “extremamente frio o tempo todo" e tem “características de um sociopata”. O delegado ainda afirmou que, “por sua experiência profissional e por depoimentos colhidos, o crime pode ter motivação sexual”.
A polícia havia preparado dez perguntas para fazer durante o interrogatório de Dota, mas o motoboy se negou a responder todas elas. Na saída do prédio da DHPP, ele disse ser inocente. Para a polícia, não há dúvidas de que ele matou a cunhada.
Na quarta-feira (15/12), o cunhado da jovem foi transferido para o CDP (Centro de Detensão Provisória) da Vila Independência, em São Paulo. Ele estava na carceragem do DHPP desde sua prisão.
Sandro Dota foi pronunciado em 28/01/2013 ao júri popular, por Homicídio Triplamente qualificado, Art. 121, incisos II, III e IV e concurso material com o artigo 213. O Juiz manteve também a prisão de Sandro Dota, que deve aguardar o julgamento preso.
Em 14 de agosto de 2013 Sandro Dota escreveu uma carta, apresentada pela nova defesa, confessando ter matado a ex-cunhada Bianca Consoli, negando porém o estupro.
A Justiça marcou para 16 de setembro o novo júri do Assassino confesso após cancelar o julgamento anterior no dia 25 de julho, quando o réu pediu a destituição da sua defesa. O pedido foi aceito pela juíza Fernanda Afonso de Almeida, que presidia o júri iniciado no dia 23 do mês de agosto, no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo.
Sandro Dota foi condenado a 31 anos de prisão pelo homicídio e estupro da jovem Bianca Ribeiro Consoli. A decisão dos sete jurados foi unânime. A sentença foi lida pela juíza Fernanda Afonso de Almeida, da 4ª Vara do Júri, no fim da tarde de 17/09/2013, no segundo dia de julgamento ocorrido no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Os sete jurados consideraram Dota culpado pelos crimes de homicídio qualificado e estupro.
A estudante de Finanças, Bianca Ribeiro Consoli, 19 anos, foi encontrada morta por um sobrinho em sua casa, na zona leste de São Paulo, na noite de 13 de setembro de 2011. Ela tinha um saco plástico na garganta e marcas de enforcamento no pescoço. Uma tesoura que não seria da família também foi encontrada no local do crime. A Polícia Científica identificou sinais de luta na casa , com parte dos móveis revirados.
Segundo a polícia, o pescoço da universitária tinha vários arranhões e manchas roxas. A testa dela também estava ferida, possivelmente por uma faca. A mãe da adolescente contou aos investigadores que a filha não tinha esse ferimento.
De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), a mãe e o padrasto da jovem estavam trabalhando no momento do crime. A tia da estudante, que mora numa casa vizinha, estranhou ao ver as janelas da casa abertas com todas as luzes acesas e os televisores ligados.
Quando a mãe de Bianca chegou ao local, a porta estava trancada e ela pediu para que um primo da jovem pulasse o muro. O menino, de dez anos, foi quem encontrou Bianca morta na sala. O Corpo de Bombeiros foi acionado e ainda tentou reanimar a jovem, sem sucesso.
Marta Ribeiro, mãe da estudante Bianca Ribeiro Consoli, disse acreditar que a filha morreu porque reconheceu a pessoa que invadiu o imóvel, na zona leste de São Paulo. De acordo com Marta, na casa havia vários objetos de valor que não foram levados.
- Em cima da mesa da cozinha tinha um notebook. No quarto, tinha televisão e não levaram nada. Eu creio que entraram mesmo para fazer essa maldade com ela.
As primeiras suspeitas da polícia indicavam que Bianca teria sido surpreendida no caminho da academia pois ela usava roupas de ginástica no momento do crime. Por isso, a recepcionista do estabelecimento deve prestar depoimento na quinta-feira (15/09).
O tio da estudante também disse acreditar que o assassino era uma pessoa conhecida, pois não havia sinais de arrombamento na casa. Antes do crime, segundo informações da polícia, a garota conversou com amigos pela internet e não demonstrou haver problemas em casa, o que reforça a hipótese de que o autor do crime invadiu a casa com ela lá dentro.
A última conversa entre Bianca e a tia, Eliane Consoli, foi às 13h41 de segunda-feira. "Nós conversávamos sempre pelo Facebook e naquele dia ela me disse que ia para a academia. A última palavra que postou foi Deus", lembra-se a tia, emocionada.
Bianca, segundo as primas Viviane Flávia Ribeiro e Kelly Ribeiro da Silva, era uma pessoa alegre e sem inimigos. O sonho dela era passar no concurso para trabalhar no Banco do Brasil. O dinheiro da inscrição e o boleto ainda estavam na bolsa dela porque não teve tempo de pagar.
"Ela estava muito feliz porque havia conseguido emprego na Avenida Paulista e ia começar a trabalhar na próxima segunda-feira(19/09). À noite cursava o segundo semestre de finanças na Faculdade Anhanguera", conta Kelly.
Viviane afirma que a prima namorava havia oito meses e gostava muito do rapaz. "Ele está inconsolável. Já esteve duas vezes na casa dos meus tios, mas passou mal", comenta.
O ex-namorado de Bianca também é considerado "excelente" pela família. "Todos se encantavam com a beleza dela, mas nunca teve inimizades por isso nem foi ameaçada", diz Viviane.
O cunhado de Bianca, que pediu anonimato, contou que a menina não tinha inimigos. Ela morava com a mãe e o padrasto, que chegou a esmurrar um dos vidros da casa ao vê-la morta.
Pouco antes de morrer, Bianca Consoli chegou a postar em sua página de uma rede social da internet uma música religiosa que tinha o nome de Deus. Ela também conversou pela internet com duas amigas, sem mostrar nervosismo ou indicar que estivesse com problemas.
A adolescente Bianca Ribeiro Consoli foi enterrada por volta das 9h30 de quinta-feira (15/09) no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Santo André. O corpo da jovem foi velado no mesmo local.
O laudo do IML (Instituto Médico Legal), assinado pela médica Angélica de Almeida, aponta como causa da morte asfixia mecânica.
O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa)
A polícia tem indícios de que o assassino da universitária Bianca Ribeiro Consoli seria uma pessoa muito próxima da família.
"Já suspeitávamos que se trata de alguém conhecido, porque não havia sinais de arrombamento na casa e também nada foi roubado. Mas quem tem de dar nomes é a polícia, não nós", diz o tio e padrinho de Bianca, Luiz de Brito Bicudo.
O tio de Bianca está convencido de que o assassino tinha cópia da chave da casa. "Só três pessoas tinham essa chave: minha sobrinha, a mãe dela e o padrasto. As três estão lá. Por isso, acredito que exista uma quarta chave porque a casa estava trancada", comenta.
Segundo a perícia, Bianca lutou com o assassino. Sob as unhas dela havia fragmentos de pele, que podem revelar a identidade do criminoso. Os peritos também recolheram tufo de cabelo da garota e uma tesoura, que não era da casa, abandonada junto ao portão.
O delegado Maurício Guimarães Pereira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, diz que várias testemunhas foram ouvidas, entre elas o namorado de Bianca, Bruno Barranco, o ex e um cunhado, Sandro Dota.
Muita emoção na missa de 7º dia
A missa da jovem Bianca Ribeiro Consoli, assassinada, no último dia 13/09, foi realizada no dia 19/09 às 19:30h na Paróquia Senhor do Bonfim - Rua Oratório, 1458 - Parque das Nações - Santo André - SP.
Os pais do menino Ives Ota, Keiko Ota e Masataka Ota, estiveram presentes para prestar solidariedade à família da jovem. Também estavam presentes Klaiton Simão, pai da Fernanda Cristina Simão, que foi assassinada em 2008 e o caso continua impune e Sandra Domingues, voluntária do Movimento Gabriela Sou da Paz, que acompanha e luta por justiça para casos de impunidade.
Familiares e amigos da jovem Bianca Consoli, emocionados, acompanharam o discurso feito por Priscila Neres Maciel, amiga de Bianca, que após ler a homenagem entregou uma cópia da mensagem, com uma foto de Bianca, à mãe, irmã e irmão da jovem assassinada.
Klaiton Luis Ferreti Simão, pai da jovem Fernanda Cristina Simão assassinada em abril de 2008, cujo caso continua impune, estava presente e fez questão de prestar solidariedade à família de Bianca. Relatou a importância que teve para ele a presença, na missa de 7º dia de sua filha., do casal Ota, pais do menino Ives Ota sequestrado e assassinado em 1997 por um segurança da família, e do Ari Friendenbach, pai da jovem Liana Friedenbach, assassinada em 2003, pelo "menor" Champinha.
Segundo Klaiton, o conforto que recebeu dessas famílias, que sofreram na pele a mesma dor que ele, foi fundamental para que pudesse seguir adiante e até hoje está na luta por Justiça. E da mesma forma como foi confortado, procura fazer isso para outros pais, vítimas de violência. Leva uma mensagem de conforto e de esperança. O caso Fernanda aconteceu em 2008 e não teve repercussão alguma...porém a luta por Justiça continua!
A Procuradoria-Geral de Justiça designou, na segunda-feira (19/09), o promotor Antonio Nobre Folgado para acompanhar as investigações do assassinato da estudante Bianca Ribeiro Consoli.
As investigações estão sendo realizadas pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), que está colhendo depoimentos dos parentes mais próximos da estudante.
A polícia pediu exame de DNA de dois investigados no caso da morte da universitária Bianca Consoli. De um dos investigados, a coleta de material genética já foi feita no Instituto Médico Legal de São Paulo. O DNA será comaparado com as amostras de pele do assassino, que foram encontradas nas unhas de Bianca.
Cinco pessoas investigadas foram convidadas a fazer exame de DNA para confrontar o resultado com o material encontrado sob as unhas de Bianca, entre elas o cunhado da estudante, o motoboy Sandro Dota. Apontado pela família da jovem como o principal suspeito do crime, Sandro é o único que ainda não fez o teste.
O advogado do motoboy, Ricardo Martins, afirma que seu cliente não está se negando a fazer o exame, mas apenas esperando o laudo do material recolhido de Bianca ser anexado ao inquérito. “O Sandro comprometeu-se por escrito no DHPP a doar material para o teste assim que sair o resultado. Ele não pode se submeter a mais um constrangimento desnecessário”, diz.
A família de Bianca não se conforma com a decisão. Bastante emocionada, a mãe da estudante faz um apelo ao genro: “Se ele não fez nada, que forneça de uma vez o material para o exame e acabe com essa tortura”, questiona. Segundo Marta, a incerteza está separando a família. “Já perdi a Bianca e minha outra filha (Daiana, mulher de Sandro) se afastou de mim e proibiu meus netos de virem à minha casa. Até ao telefone ela só fala comigo em viva voz porque o marido não deixa. Todo nosso sofrimento está ao redor do Sandro”, lamenta.
Daiana defende o marido e afirma estar disposta a enfrentar a família toda para provar a inocência de Sandro
A Policia Civil prendeu no inicio da noite de segunda-feira (12/12) Sandro Dota por suspeita de ter assassinado a jovem Bianca Consoli
Segundo o promotor do caso, Antonio Nobre Folgado, um dos laudos comprovaram que o sangue que Bianca tinha embaixo das unhas é o mesmo que Dota tinha na calça que usava no dia do crime. Folgado pediu a prisão preventiva na Justiça e denunciou Dota por homicídio triplamente qualificado.
A defesa de Sandro Dota, suspeito de assassinar a cunhada Bianca Consoli, entrou com um pedido de liberdade na Justiça, no dia 16/12/2011. O habeas corpus, segundo o advogado Ricardo Martins, foi apresentado no Tribunal de Justiça de São Paulo. O Habeas Corpus foi negado em janeiro de 2012.
De acordo com o delegado Maurício Guimarães do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), o motoboy era usuário de drogas e frequentou uma clínica de recuperação. O suspeito já tem passagem pela polícia por furto.
Dota prestou depoimento e, segundo o delegado Alberto Pereira Matheus Junior, que coordenou o inquérito do caso, ele se mostrou “extremamente frio o tempo todo" e tem “características de um sociopata”. O delegado ainda afirmou que, “por sua experiência profissional e por depoimentos colhidos, o crime pode ter motivação sexual”.
A polícia havia preparado dez perguntas para fazer durante o interrogatório de Dota, mas o motoboy se negou a responder todas elas. Na saída do prédio da DHPP, ele disse ser inocente. Para a polícia, não há dúvidas de que ele matou a cunhada.
Na quarta-feira (15/12), o cunhado da jovem foi transferido para o CDP (Centro de Detensão Provisória) da Vila Independência, em São Paulo. Ele estava na carceragem do DHPP desde sua prisão.
Sandro Dota foi pronunciado em 28/01/2013 ao júri popular, por Homicídio Triplamente qualificado, Art. 121, incisos II, III e IV e concurso material com o artigo 213. O Juiz manteve também a prisão de Sandro Dota, que deve aguardar o julgamento preso.
Em 14 de agosto de 2013 Sandro Dota escreveu uma carta, apresentada pela nova defesa, confessando ter matado a ex-cunhada Bianca Consoli, negando porém o estupro.
A Justiça marcou para 16 de setembro o novo júri do Assassino confesso após cancelar o julgamento anterior no dia 25 de julho, quando o réu pediu a destituição da sua defesa. O pedido foi aceito pela juíza Fernanda Afonso de Almeida, que presidia o júri iniciado no dia 23 do mês de agosto, no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo.
Sandro Dota foi condenado a 31 anos de prisão pelo homicídio e estupro da jovem Bianca Ribeiro Consoli. A decisão dos sete jurados foi unânime. A sentença foi lida pela juíza Fernanda Afonso de Almeida, da 4ª Vara do Júri, no fim da tarde de 17/09/2013, no segundo dia de julgamento ocorrido no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Os sete jurados consideraram Dota culpado pelos crimes de homicídio qualificado e estupro.

Bianca Rocha Tavares
Bianca Rocha Tavares, de 13 anos, foi uma das vítimas fatais do massacre, feito pelo assassino Welligton Menezes de Oliveira em 07/04/2011 na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro.
Entre as vítimas do atirador da Escola Municipal Tasso da Silveira , em Realengo, estavam Brenda e Bianca Rocha Tavares, de 13 anos. Segundo a tia das vítimas, Perla Maria dos Reis Paes, Bianca não resistiu aos ferimentos na cabeça e morreu. Brenda foi baleada nos braços e transferida para o Into (Instituto de Traumato Ortopedia), no Centro, e foi operada.
Inicialmente, a polícia informou que o atirador, Welligton Menezes de Oliveira, entrou na escola dizendo que daria uma palestra. No entanto, mais tarde, o governador Sérgio Cabral disse que ele havia solicitado um histórico escolar.
Durante os ataques, uma professora fez com que alguns alunos deixassem a unidade para pedirem ajuda, afirmou o governador Sérgio Cabral. Próxima a escola, dois alunos --que estavam feridos-- pediram ajuda a um carros da Polícia Militar.
As duas crianças foram socorridas e o PM Marcio Alves foi ao local. O sargento baleou o suspeito durante os ataques. Já no chão, o rapaz se matou. Cabral chegou a agradecer a ação do policial e afirmou que a tragédia poderia ter sido muito pior.
O governador Sérgio Cabral decretou luto oficial de sete dias no Estado do Rio de Janeiro.
Além dos mortos, o ataque de Wellington Menezes de Oliveira deixou mais de 20 feridos. Destes, foram identificados, até às 17h30 do dia 07/04/2011, sete pessoas, sendo três em estado grave:
Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, é responsável pelo ataque à Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, teve a casa toda periciada com a ajuda de dois irmãos dele.
O computador do jovem, principal peça de investigação, foi encontrado queimado. Segundo a polícia, ele tentou apagar as pistas.
A perícia realizada na tarde de 07/03/2011 achou a casa totalmente destruída: móveis e eletrodomésticos foram quebrados. A casa fica perto da escola.
Nos arquivos da polícia, não há nenhuma queixa contra Wellington.
Os investigadores querem saber como um rapaz sem antecedentes criminais sabia manusear as armas. Ele usou dois revólveres: um de calibre 38 e outro de calibre 32 e estava com muita munição num cinturão. Ele usava um equipamento chamado de "speedloader", um dispositivo que ajudava a recarregar as armas rapidamente, de uma vez só.
A polícia está tentando descobrir como Wellington conseguiu as armas. O revólver 38 está com a numeração raspada, o que dificulta o rastreamento. Os investigadores localizaram a origem da outra arma, de calibre 32. O dono dela já morreu. O filho dele prestou depoimento e disse que o revólver tinha sido roubado há quase 18 anos.
Professores e testemunhas do massacre também foram ouvidos nesta quinta-feira na Delegacia de Homicídios.
Perfil do atirador
Wellington, que era ex-aluno da escola, nunca apresentou problemas no colégio. Ele cursou o ensino fundamental de 1999 a 2002. De acordo com a Secretaria de Educação, era bom estudante e nunca repetiu de ano. Também não há registros de mau comportamento na sala de aula.
Wellington era filho adotivo, caçula de cinco irmãos. O pai morreu há cinco anos e a mãe, há dois anos. Em 2008, ele trabalhou no almoxarifado de uma fábrica de salsichas. O jovem pediu demissão em agosto do ano passado. Segundo funcionários, ele era um jovem de poucas palavras.
O rapaz, considerado estranho pelos vizinhos, morou com a família em uma casa, na mesma rua da escola, cenário do massacre.
"Sempre tímido, aquele mesmo comportamento calado, nunca foi de ter amizade. Uma vez ou outra jogava bola aqui, mas era muito difícil. De uns tempos para cá nem isso", contou a vizinha Vanessa Nascimento.
"Ele saía e não falava com ninguém: era de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Não falava com ninguém. Era ele no mundo dele", relatou outra vizinha.
"Só curtia internet, como falava. Ele ficava só na internet, mais nada", comentou o vizinho Fábio dos Santos.
Há 8 meses, Wellington se mudou para outra casa, em Sepetiba, também na Zona Oeste do Rio. O imóvel foi herança do pai.
Segundo os vizinhos, desde que se mudou para o local, Wellington nunca foi visto com amigos ou namoradas. Ele andava sempre de cabeça baixa, mal cumprimentava as pessoas e chamava atenção por uma barba enorme que raspou há cinco dias. Os vizinhos também contam que ele seguia uma rotina de segunda a segunda: saía cedo de casa, voltava no fim da tarde, comprava um refrigerante numa mercearia e entrava pelo portão para ficar a noite no computador.
Um comerciante, que conhece a família há muito tempo, diz que apesar do temperamento fechado, Wellington nunca demonstrou agressividade.
"Nunca vi comportamento nenhum irregular, entendeu. Nunca vi", disse Marcos Alves.
A última vez que ele foi visto na rua foi há dois dias
Atirador deixou uma carta
O atirador deixou uma carta. Nela, citou Jesus, Deus e traçou planos para o próprio funeral. O rapaz disse que os impuros não poderiam tocá-lo sem usar luvas. Ele afirmou que era virgem, pediu o banhassem e o envolvessem num lençol branco que ele teria deixado no prédio, numa bolsa. E que só depois fosse colocado no caixão e enterrado ao lado da sepultura da mãe. Wellington disse que gostaria que um fiel seguidor de Deus orasse pedindo o perdão de Deus pelo o que ele fez e pediu que Jesus o despertasse do sono da morte para a vida. Em nenhum momento, o criminoso explica os motivos dos disparos.
"Esse rapaz, infelizmente, não é diferente de tantos outros assassinos. Eles têm um histórico parecido, uma ação parecida, em geral, se suicida no final. São indivíduos de baixa autoestima, indivíduos que voltam pra agredir o que supostamente eles entenderam que é um grupo que os rejeitou ou os ameaçou, então eles fazem como uma revanche, uma vingança nesse local, planejam um ato espetaculoso, com muito armamento, e causam essas tragédias e infelizmente ganham notoriedade através disso", explicou Ilana Casoy, pós graduada em criminologia.
Os corpos das vítimas do massacre ocorrido nesta quinta-feira (7), na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, estão sendo identificados e liberados pelo Instituto Médico Legal (IML), no centro, na noite de hoje. Com a morte de um menino no começo da noite de hoje, chega a 13 o número de mortos no ataque, incluindo o atirador Wellington Menezes de Oliveira.
Quatro famílias decidiram doar os órgãos dos parentes: Bianca Rocha Tavares teve o tecido ósseo doado; Luiza Paula da Silveira, as córneas e o tecido ósseo; Larissa dos Santos Atanázio, o tecido ósseo; e Karine Lorraine Chagas de Oliveira, tecido e córnea.
Muita comoção no enterro das vítimas do massacre
Durante toda a sexta-feira (08/04/2011), familiares, parentes e moradores do bairro de Realengo deram adeus a 11 das 12 crianças mortas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira na Escola Municipal Tasso da Silveira, na Zona Oeste do Rio. Todas as cerimônias foram marcadas por muita emoção.
Suspeitos de negociar com atirador são indiciados por comércio de arma
Os dois suspeitos de negociar uma das armas usadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira foram indiciados por comércio de arma de fogo e a pena pode chegar a 8 anos, informou o delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, no dia 09/04/2011.
O chaveiro Charleston Souza de Lucena, de 38 anos, e o vigia Izaías de Souza, de 48 anos, tiveram a prisão preventiva decretada na madrugada do sábado (09/04).
Os dois afirmaram que ao saber que a arma tinha sido usada para o ataque a escola se arrependeram.
"Se eu soubesse que era para fazer isso, jamais teria feito o que eu fiz. Agora, infelizmente vou ter que pagar ", disse Izaías.
Segundo Charleston, o atirador teria dito que a arma seria para segurança própria dele. De acordo com a polícia, os dois têm antecedentes criminais. Izaías tem 6 filhos e 4 enteados e Charleston tem três filhos.
A polícia informou que eles disseram que a arma foi vendida por R$ 260 e os dois receberam R$ 30, cada. A polícia agora busca o dono da arma, que teria ficado com R$ 200.
Segundo o delegado Felipe Ettore, a polícia agora faz buscas pelo dono do revólver. Mas segundo as primeiras informações, ele teria sido assassinado no carnaval deste ano.
Os dois suspeitos foram ouvidos na noite de sexta-feira (8) na DH, na Barra da Tijuca. Eles foram encontrados por policiais militares do serviço reservado do 21º BPM (São João de Meriti). De acordo com o comandante do batalhão, Ricardo Arlem, um chaveiro, vizinho de Wellington, teria sido quem intermediou a compra do revólver calibre 32, uma das armas utilizadas no massacre.O comandante explicou que Wellington teria procurado o chaveiro, por saber que ele tinha contatos de pessoas que vendiam armas clandestinamente. Ainda segundo a Polícia Militar, as negociações para a compra da arma teriam começado há cerca de quatro meses.
Um amigo do chaveiro teria vendido a arma para o atirador. Segundo a PM, o suposto vendedor tem passagens pela polícia pelos crimes de porte ilegal de arma, uso de documento falso e estupro.
De acordo com o comandante Ricardo Arlem, assim que os homens foram abordados pelos PMs, eles negaram a venda, mas depois confirmaram e trocaram acusações.
"Sheik"
Segundo a PM, o chaveiro revelou que Wellington era conhecido na região onde morava em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, pelo apelido de "Sheik", devido à barba longa que cultivou até dias antes do crime. Na carta que deixou na escola, Wellington não deu indicações de que seria muçulmano (leia carta na íntegra).
“Nós descobrimos esses dois homens porque um PM à paisana ouviu o vendedor comentar ao chaveiro, tá vendo aquela arma que te vendi, tá vendo como ela tava afiadinha?, olha o estrago que ela fez”, reproduziu o comandante.
O comandante contou ainda que os homens negaram vender as munições utilizadas por Wellington. A Divisão de Homicídios, que investiga o caso, tenta esclarecer se os dois homens têm realmente ligação com a venda do armamento.
Entre as vítimas do atirador da Escola Municipal Tasso da Silveira , em Realengo, estavam Brenda e Bianca Rocha Tavares, de 13 anos. Segundo a tia das vítimas, Perla Maria dos Reis Paes, Bianca não resistiu aos ferimentos na cabeça e morreu. Brenda foi baleada nos braços e transferida para o Into (Instituto de Traumato Ortopedia), no Centro, e foi operada.
Inicialmente, a polícia informou que o atirador, Welligton Menezes de Oliveira, entrou na escola dizendo que daria uma palestra. No entanto, mais tarde, o governador Sérgio Cabral disse que ele havia solicitado um histórico escolar.
Durante os ataques, uma professora fez com que alguns alunos deixassem a unidade para pedirem ajuda, afirmou o governador Sérgio Cabral. Próxima a escola, dois alunos --que estavam feridos-- pediram ajuda a um carros da Polícia Militar.
As duas crianças foram socorridas e o PM Marcio Alves foi ao local. O sargento baleou o suspeito durante os ataques. Já no chão, o rapaz se matou. Cabral chegou a agradecer a ação do policial e afirmou que a tragédia poderia ter sido muito pior.
O governador Sérgio Cabral decretou luto oficial de sete dias no Estado do Rio de Janeiro.
Além dos mortos, o ataque de Wellington Menezes de Oliveira deixou mais de 20 feridos. Destes, foram identificados, até às 17h30 do dia 07/04/2011, sete pessoas, sendo três em estado grave:
Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, é responsável pelo ataque à Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, teve a casa toda periciada com a ajuda de dois irmãos dele.
O computador do jovem, principal peça de investigação, foi encontrado queimado. Segundo a polícia, ele tentou apagar as pistas.
A perícia realizada na tarde de 07/03/2011 achou a casa totalmente destruída: móveis e eletrodomésticos foram quebrados. A casa fica perto da escola.
Nos arquivos da polícia, não há nenhuma queixa contra Wellington.
Os investigadores querem saber como um rapaz sem antecedentes criminais sabia manusear as armas. Ele usou dois revólveres: um de calibre 38 e outro de calibre 32 e estava com muita munição num cinturão. Ele usava um equipamento chamado de "speedloader", um dispositivo que ajudava a recarregar as armas rapidamente, de uma vez só.
A polícia está tentando descobrir como Wellington conseguiu as armas. O revólver 38 está com a numeração raspada, o que dificulta o rastreamento. Os investigadores localizaram a origem da outra arma, de calibre 32. O dono dela já morreu. O filho dele prestou depoimento e disse que o revólver tinha sido roubado há quase 18 anos.
Professores e testemunhas do massacre também foram ouvidos nesta quinta-feira na Delegacia de Homicídios.
Perfil do atirador
Wellington, que era ex-aluno da escola, nunca apresentou problemas no colégio. Ele cursou o ensino fundamental de 1999 a 2002. De acordo com a Secretaria de Educação, era bom estudante e nunca repetiu de ano. Também não há registros de mau comportamento na sala de aula.
Wellington era filho adotivo, caçula de cinco irmãos. O pai morreu há cinco anos e a mãe, há dois anos. Em 2008, ele trabalhou no almoxarifado de uma fábrica de salsichas. O jovem pediu demissão em agosto do ano passado. Segundo funcionários, ele era um jovem de poucas palavras.
O rapaz, considerado estranho pelos vizinhos, morou com a família em uma casa, na mesma rua da escola, cenário do massacre.
"Sempre tímido, aquele mesmo comportamento calado, nunca foi de ter amizade. Uma vez ou outra jogava bola aqui, mas era muito difícil. De uns tempos para cá nem isso", contou a vizinha Vanessa Nascimento.
"Ele saía e não falava com ninguém: era de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Não falava com ninguém. Era ele no mundo dele", relatou outra vizinha.
"Só curtia internet, como falava. Ele ficava só na internet, mais nada", comentou o vizinho Fábio dos Santos.
Há 8 meses, Wellington se mudou para outra casa, em Sepetiba, também na Zona Oeste do Rio. O imóvel foi herança do pai.
Segundo os vizinhos, desde que se mudou para o local, Wellington nunca foi visto com amigos ou namoradas. Ele andava sempre de cabeça baixa, mal cumprimentava as pessoas e chamava atenção por uma barba enorme que raspou há cinco dias. Os vizinhos também contam que ele seguia uma rotina de segunda a segunda: saía cedo de casa, voltava no fim da tarde, comprava um refrigerante numa mercearia e entrava pelo portão para ficar a noite no computador.
Um comerciante, que conhece a família há muito tempo, diz que apesar do temperamento fechado, Wellington nunca demonstrou agressividade.
"Nunca vi comportamento nenhum irregular, entendeu. Nunca vi", disse Marcos Alves.
A última vez que ele foi visto na rua foi há dois dias
Atirador deixou uma carta
O atirador deixou uma carta. Nela, citou Jesus, Deus e traçou planos para o próprio funeral. O rapaz disse que os impuros não poderiam tocá-lo sem usar luvas. Ele afirmou que era virgem, pediu o banhassem e o envolvessem num lençol branco que ele teria deixado no prédio, numa bolsa. E que só depois fosse colocado no caixão e enterrado ao lado da sepultura da mãe. Wellington disse que gostaria que um fiel seguidor de Deus orasse pedindo o perdão de Deus pelo o que ele fez e pediu que Jesus o despertasse do sono da morte para a vida. Em nenhum momento, o criminoso explica os motivos dos disparos.
"Esse rapaz, infelizmente, não é diferente de tantos outros assassinos. Eles têm um histórico parecido, uma ação parecida, em geral, se suicida no final. São indivíduos de baixa autoestima, indivíduos que voltam pra agredir o que supostamente eles entenderam que é um grupo que os rejeitou ou os ameaçou, então eles fazem como uma revanche, uma vingança nesse local, planejam um ato espetaculoso, com muito armamento, e causam essas tragédias e infelizmente ganham notoriedade através disso", explicou Ilana Casoy, pós graduada em criminologia.
Os corpos das vítimas do massacre ocorrido nesta quinta-feira (7), na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, estão sendo identificados e liberados pelo Instituto Médico Legal (IML), no centro, na noite de hoje. Com a morte de um menino no começo da noite de hoje, chega a 13 o número de mortos no ataque, incluindo o atirador Wellington Menezes de Oliveira.
Quatro famílias decidiram doar os órgãos dos parentes: Bianca Rocha Tavares teve o tecido ósseo doado; Luiza Paula da Silveira, as córneas e o tecido ósseo; Larissa dos Santos Atanázio, o tecido ósseo; e Karine Lorraine Chagas de Oliveira, tecido e córnea.
Muita comoção no enterro das vítimas do massacre
Durante toda a sexta-feira (08/04/2011), familiares, parentes e moradores do bairro de Realengo deram adeus a 11 das 12 crianças mortas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira na Escola Municipal Tasso da Silveira, na Zona Oeste do Rio. Todas as cerimônias foram marcadas por muita emoção.
Suspeitos de negociar com atirador são indiciados por comércio de arma
Os dois suspeitos de negociar uma das armas usadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira foram indiciados por comércio de arma de fogo e a pena pode chegar a 8 anos, informou o delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, no dia 09/04/2011.
O chaveiro Charleston Souza de Lucena, de 38 anos, e o vigia Izaías de Souza, de 48 anos, tiveram a prisão preventiva decretada na madrugada do sábado (09/04).
Os dois afirmaram que ao saber que a arma tinha sido usada para o ataque a escola se arrependeram.
"Se eu soubesse que era para fazer isso, jamais teria feito o que eu fiz. Agora, infelizmente vou ter que pagar ", disse Izaías.
Segundo Charleston, o atirador teria dito que a arma seria para segurança própria dele. De acordo com a polícia, os dois têm antecedentes criminais. Izaías tem 6 filhos e 4 enteados e Charleston tem três filhos.
A polícia informou que eles disseram que a arma foi vendida por R$ 260 e os dois receberam R$ 30, cada. A polícia agora busca o dono da arma, que teria ficado com R$ 200.
Segundo o delegado Felipe Ettore, a polícia agora faz buscas pelo dono do revólver. Mas segundo as primeiras informações, ele teria sido assassinado no carnaval deste ano.
Os dois suspeitos foram ouvidos na noite de sexta-feira (8) na DH, na Barra da Tijuca. Eles foram encontrados por policiais militares do serviço reservado do 21º BPM (São João de Meriti). De acordo com o comandante do batalhão, Ricardo Arlem, um chaveiro, vizinho de Wellington, teria sido quem intermediou a compra do revólver calibre 32, uma das armas utilizadas no massacre.O comandante explicou que Wellington teria procurado o chaveiro, por saber que ele tinha contatos de pessoas que vendiam armas clandestinamente. Ainda segundo a Polícia Militar, as negociações para a compra da arma teriam começado há cerca de quatro meses.
Um amigo do chaveiro teria vendido a arma para o atirador. Segundo a PM, o suposto vendedor tem passagens pela polícia pelos crimes de porte ilegal de arma, uso de documento falso e estupro.
De acordo com o comandante Ricardo Arlem, assim que os homens foram abordados pelos PMs, eles negaram a venda, mas depois confirmaram e trocaram acusações.
"Sheik"
Segundo a PM, o chaveiro revelou que Wellington era conhecido na região onde morava em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, pelo apelido de "Sheik", devido à barba longa que cultivou até dias antes do crime. Na carta que deixou na escola, Wellington não deu indicações de que seria muçulmano (leia carta na íntegra).
“Nós descobrimos esses dois homens porque um PM à paisana ouviu o vendedor comentar ao chaveiro, tá vendo aquela arma que te vendi, tá vendo como ela tava afiadinha?, olha o estrago que ela fez”, reproduziu o comandante.
O comandante contou ainda que os homens negaram vender as munições utilizadas por Wellington. A Divisão de Homicídios, que investiga o caso, tenta esclarecer se os dois homens têm realmente ligação com a venda do armamento.

Bruna Alessandra Costa de Souza
Bruna Alessandra Costa de Souza, estudante, 18 anos, foi assassinada com duas facadas no peito durante uma tentativa de assalto em 29/05/ 2009, em São Vicente, no litoral paulista. Três homens foram presos em flagrante. O crime ocorreu na esquina das Ruas Pero Corrêa com Freitas Guimarães. A estudante Bruna Alessandra Costa de Souza chegou a ser socorrida e levada ao Centro de Referência em Emergência e Internação, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Uma testemunha avisou a polícia e passou as características dos criminosos. Na orla da praia, a polícia encontrou Tiago Domingues, Rubriano Severino da Silva e Ronaldo Donizete Soares que confessaram o crime. Os três foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Vicente.
Os supostos autores do crime foram presos na mesma noite. Tiago Domingues é acusado do assassinato. Obriano Severino da Silva e Ronaldo Donizete Soares teriam participado do assalto. Dentro da bolsa havia R$ 50 e um celular.
Segundo a polícia, Bruna Alessandra Costa de Souza, 18 anos, teria reagido ao assalto e levou uma facada no peito.
Uma testemunha avisou a polícia e passou as características dos criminosos. Na orla da praia, a polícia encontrou Tiago Domingues, Rubriano Severino da Silva e Ronaldo Donizete Soares que confessaram o crime. Os três foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Vicente.
Os supostos autores do crime foram presos na mesma noite. Tiago Domingues é acusado do assassinato. Obriano Severino da Silva e Ronaldo Donizete Soares teriam participado do assalto. Dentro da bolsa havia R$ 50 e um celular.
Segundo a polícia, Bruna Alessandra Costa de Souza, 18 anos, teria reagido ao assalto e levou uma facada no peito.

Bruna Tadin de Souza
A jovem Bruna Tadin de Souza, 16 anos, desapareceu na noite de quarta-feira, 29/12/10, por volta das 19h. Segundo familiares, a estudante havia combinado de se encontrar com um colega no ponto de ônibus do Parque Cecap. Juntos, eles iriam buscar o uniforme e assinar um contrato para trabalhar em uma loja de cosméticos. O último contato de Bruna com os familiares aconteceu por volta das às 20h10, quando seu namorado falou com ela por celular.
Preocupada, a mãe da jovem, Celma Souza, ligou insistentemente para o celular de Bruna, a partir das 22h para saber seu paradeiro, mas não obteve sucesso. A família registrou ocorrência no 3º DP, no Jardim Cumbica.
O menor M.B.S., 17 anos, principal suspeito pelo assassinato de Bruna está internado na Fundação Casa, desde o dia 07/01/2011, ele tem passagens anteriores por reformatório em outras localidades. Bruna sumiu após ter recebido do suspeito uma "falsa" oferta de emprego em uma grande rede de cosméticos. No entanto, M.B.S. foi apreendido em decorrência das investigações em torno da acusação de estupro de outra garota, a menor K.B., 16. Como contou o pai de K.B, sua filha também teria recebido a oferta de trabalho do suspeito no dia 6 de dezembro e ao se encontrar com o rapaz, teria sido forçada a entrar em um matagal, onde sofreu agressões físicas e sexuais, além de ter sido obrigada a fazer uso de drogas. Os investigadores receberam também os computadores de K.B. e J.T.S. de 17 anos, outra jovem que teria recebido a oferta de emprego de M.B.S., mas não compareceu ao encontro marcado com o menor.
Em 23/01/2011 um corpo do sexo feminino foi encontrado por volta das 13h do domingo em um matagal próximo à avenida Odair Santonelli, no bairro Cecap, em Guarulhos na Grande São Paulo. O corpo foi achado por jogadores, já que o matagal fica ao lado de um campo de futebol. No final da tarde do domingo, parentes o reconheceram como sendo da adolescente Bruna Tadim de Souza. O corpo estava com as mãos e pés amarrados, boca amordaçada e em estado de decomposição.
O enterro da adolescente Bruna Tadin de Souza aconteceu no dia 25/01/2011 às 21:00h no Memorial, cemitério vertical de Vila Rio, Guarulhos e contou com a presença de mais de 300 pessoas que acompanhavam com gritos de “Justiça” e “Bruna nós te amamos”
Preocupada, a mãe da jovem, Celma Souza, ligou insistentemente para o celular de Bruna, a partir das 22h para saber seu paradeiro, mas não obteve sucesso. A família registrou ocorrência no 3º DP, no Jardim Cumbica.
O menor M.B.S., 17 anos, principal suspeito pelo assassinato de Bruna está internado na Fundação Casa, desde o dia 07/01/2011, ele tem passagens anteriores por reformatório em outras localidades. Bruna sumiu após ter recebido do suspeito uma "falsa" oferta de emprego em uma grande rede de cosméticos. No entanto, M.B.S. foi apreendido em decorrência das investigações em torno da acusação de estupro de outra garota, a menor K.B., 16. Como contou o pai de K.B, sua filha também teria recebido a oferta de trabalho do suspeito no dia 6 de dezembro e ao se encontrar com o rapaz, teria sido forçada a entrar em um matagal, onde sofreu agressões físicas e sexuais, além de ter sido obrigada a fazer uso de drogas. Os investigadores receberam também os computadores de K.B. e J.T.S. de 17 anos, outra jovem que teria recebido a oferta de emprego de M.B.S., mas não compareceu ao encontro marcado com o menor.
Em 23/01/2011 um corpo do sexo feminino foi encontrado por volta das 13h do domingo em um matagal próximo à avenida Odair Santonelli, no bairro Cecap, em Guarulhos na Grande São Paulo. O corpo foi achado por jogadores, já que o matagal fica ao lado de um campo de futebol. No final da tarde do domingo, parentes o reconheceram como sendo da adolescente Bruna Tadim de Souza. O corpo estava com as mãos e pés amarrados, boca amordaçada e em estado de decomposição.
O enterro da adolescente Bruna Tadin de Souza aconteceu no dia 25/01/2011 às 21:00h no Memorial, cemitério vertical de Vila Rio, Guarulhos e contou com a presença de mais de 300 pessoas que acompanhavam com gritos de “Justiça” e “Bruna nós te amamos”
bottom of page